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Remoção da vesícula biliar pode causar parto prematuro: Estudo

Você sabia? Viajar para o trabalho durante a gravidez pode ser prejudicial para o bebê

A remo√ß√£o da ves√≠cula biliar durante a gravidez pode aumentar o risco de parto prematuro e reinterna√ß√Ķes hospitalares, entre outros, disseram os pesquisadores. Leia tamb√©m – Cuidado: 9 horas ou mais de sono n√£o perturbado durante a gravidez pode levar a um parto prematuro

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Al√©m disso, as mulheres cuja ves√≠cula biliar foi removida durante a gravidez s√£o mais propensas a ter estadias hospitalares mais longas do que aquelas que atrasam a opera√ß√£o at√© depois do parto. Leia tamb√©m – Evite complica√ß√Ķes no segundo trimestre com nossas dicas de gravidez

Como as mulheres grávidas produzem progesterona extra, o risco de desenvolvimento de cálculos biliares aumenta. Quando essas pedras se tornam problemáticas, causando dor extrema, o cirurgião pode recomendar a remoção da vesícula biliar realizando colecistectomia, um tipo de cirurgia.

Mas as mulheres que postergaram a colecistectomia até depois do parto tiveram melhores resultados maternos.

“√Ä luz desses achados, sempre que poss√≠vel, mulheres com c√°lculos biliares sintom√°ticos durante a gravidez devem esperar o m√°ximo poss√≠vel para deixar o beb√™ amadurecer antes de realizar a colecistectomia”, disse Henry A. Pitt, professor da Temple University nos EUA.

Para o estudo, os pesquisadores compararam 403 mulheres grávidas submetidas à operação dentro de 90 dias antes do parto com 17.490 mulheres que realizaram o procedimento três meses após o parto.

Os resultados, publicados no Jornal do Col√©gio Americano de Cirurgi√Ķes, mostraram que os resultados do parto materno, incluindo ecl√Ęmpsia e hemorragia para a m√£e, e o parto prematuro foram significativamente piores quando a colecistectomia foi realizada durante a gravidez, em oposi√ß√£o ao p√≥s-parto.

A ecl√Ęmpsia √© uma complica√ß√£o potencialmente perigosa da gravidez, caracterizada por press√£o alta. A taxa de ecl√Ęmpsia para as gestantes submetidas √† colecistectomia no terceiro trimestre foi um por cento maior do que aquelas que optaram por esperar at√© depois do parto.

Além disso, as taxas de hemorragia e parto prematuro para mulheres que fizeram colecistectomia durante a gravidez foram três e 12 por cento mais altas, respectivamente.

Além disso, as mulheres submetidas à operação durante o terceiro trimestre tiveram duas vezes mais chances de dar à luz um bebê prematuro e quase duas vezes mais chances de ter resultados maternos anormais.

Fonte: IANS

13 de fevereiro de 2019 às 18:56