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Você suspeita que um membro da família odeia seu filho?

Você suspeita que um membro da família odeia seu filho?

Nossos parentes nem sempre t√™m o melhor relacionamento com nossos filhos. √Äs vezes, √© uma incompatibilidade de personalidade ou mal-entendido. Outros, pode parecer que um membro da fam√≠lia odeia seu filho. Ou pelo menos muito n√£o gosta dele. √Č complicado, n√©?

Eu tenho meu próprio exemplo. Minha irmã mais nova, Trish, não tem os mesmos sentimentos calorosos e confusos sobre nossa avó que eu e meu irmão mais velho. Pode ter algo a ver com o tempo em que nossa avó fez Trish brincar lá fora em um complexo de apartamentos para idosos até que ela terminou de limpar.

‚ÄúN√£o havia brinquedos ou crian√ßas do lado de fora e, enrolada em um bloco de cimento no quintal da frente, havia uma cobra que me assustou o bejesus‚ÄĚ, diz Trish. “Ent√£o, com medo, permaneci em sua varanda de cimento 2 por 3 por horas at√© que ela finalmente veio e me deixou entrar. Para seu cr√©dito, acho que ela me deu leite gelado ap√≥s a prova√ß√£o.”

Isso mesmo, gelo leite. Foi uma história chocante para mim ouvir quando adulto. Só me lembrei de uma avó apaixonada e dos sanduíches de biscoito salgado de manteiga de amendoim e geléia que ela preparou sob demanda.

Concedido, havia um contexto. A avó tinha mais doenças físicas quando Trish apareceu. Como resultado, ela pode ter tratado Trish com menos gentileza. Não tenho certeza de que nossa mãe tenha notado, mas amar irritadiço era um traço de personalidade mais ou menos visto como normal em nossa família. Por isso, duvido que alguém tenha sido motivado a intervir em nome de Trish.

Ainda assim, sinto-me mal por Trish não compartilhar as (principalmente) lembranças ensolaradas de nossa avó.

Mas ninguém disse que a vida é justa, coisas assim acontecem, certo? E, aparentemente, isso acontece muito, diz Pam Vaughan, psicóloga de Bloomfield Hills.

“Sinto que nossos filhos s√£o servidos em uma bandeja de prata para adultos disfuncionais o tempo todo”, diz Vaughan.

Não que minha avó fosse disfuncional (embora minha irmã possa discordar). Ela ficou mais velha e talvez a irritação tenha começado a superar seus modos de amar. Mas os adultos podem ser disfuncionais. De fato, todos nós podemos funcionar de maneira não otimizada, especialmente em momentos estressantes e, às vezes, crianças são alvos.

Então, o que você deve fazer se suspeitar que um membro da família odeia seu filho, ou talvez não goste dele ou, no mínimo, trate seu filho com menos gentileza?

O garoto vem primeiro

“Sempre procuro proteger a crian√ßa sem configur√°-la para ser sens√≠vel demais ao mundo”, diz Vaughan. “Se seu filho est√° reclamando (sobre o tratamento que o adulto faz), converse e pergunte como ele est√° se sentindo.

“Se ele n√£o acha que fez algo errado”, continua ela, “incentive-o a seguir o caminho mais alto, seja respeitoso e educado e fa√ßa o melhor que puder com essa pessoa”.

Mas voc√™ ainda precisa observar a intera√ß√£o para ver o que realmente est√° acontecendo, acrescenta Vaughan, sem que a crian√ßa saiba. Se a √ļnica ofensa do adulto for uma personalidade peculiar, “Voc√™ pode precisar dizer ao seu filho: ‘√Č assim que o tio Paul √©. Ele √© apenas sarc√°stico assim. “

Mas se o adulto √© se comportando mal, existem medidas que voc√™ pode tomar. Se o seu filho vir esse parente uma ou duas vezes por ano, “Voc√™ pode simplesmente deixar para l√°, dizendo ao seu filho: ‘N√≥s n√£o sabemos o que est√° acontecendo com ele, apenas certifique-se de que voc√™ √© o seu melhor’ ‘” quando ele visita .

Se o parente estiver mais próximo da família, Vaughan sugere ter uma conversa com o membro da família.

Mas o que você diz?

Primeiro, Vaughan sugere que você entre na conversa sem nenhuma expectativa de como as coisas vão.

“Sempre fale com o ‘eu n√£o aponto os dedos”, diz ela. “Apenas diga: ‘Estou testemunhando um pouco de energia e gostaria de conferir com voc√™. Meu filho fez alguma coisa com voc√™ ou eu? Se √© algo que meu filho fez, eu tamb√©m vou observ√°-lo. Se voc√™ tiver algum coment√°rio, entre em contato. “”

Se a outra pessoa quiser conversar, isso é ótimo. Espero que o problema possa ser resolvido.

Mas e se o adulto transformou seu filho em um bode expiatório, talvez ele tenha um problema com outro membro da família, mas não queira resolvê-lo?

“Eles podem n√£o admitir” neste caso, diz Vaughan. “O verdadeiro ponto da conversa √© deixar a pessoa saber que voc√™ est√° ciente da situa√ß√£o, mesmo que ela n√£o queira falar sobre isso”.

Assumir a responsabilidade

A boa not√≠cia √© que essas s√£o oportunidades para as crian√ßas serem “parte da solu√ß√£o”, diz Vaughan. Talvez eles precisem adicionar “por favor” e “obrigado” ao seu vocabul√°rio ou ser instru√≠dos a parar de chutar tia Sally debaixo da mesa.

Por outro lado, se os maus-tratos do parente continuarem mesmo que “a crian√ßa esteja sendo gentil e gentil, os pais precisam intervir”. Em casos graves, os pais podem precisar “manter a crian√ßa longe dessa pessoa”, acrescenta Vaughan.

Sempre há um revestimento de prata. Não é a pior coisa do mundo estar na lista travessa de alguém. Afinal, nem todo mundo vai gostar de você. E muitas vezes não tem nada a ver com você. Então, se for esse o caso, crianças, encolhem os ombros e seguir em frente.

Esta postagem foi publicada originalmente em 2017 e é atualizada regularmente.