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Gravidez logo após o nascimento de um bebê morto: Estudo

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Conceber dentro de um ano de natimorto n√£o est√° associado a aumento risco de perda de gravidez, nascimento prematuro ou qualquer outro risco √† sa√ļde do beb√™, encontra um novo estudo, desafiando as recomenda√ß√Ķes anteriores. Leia tamb√©m – Riscos de c√Ęncer de mama que voc√™ n√£o conhecia

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A Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS) recomenda que as mulheres esperem pelo menos dois anos ap√≥s um parto e pelo menos seis meses ap√≥s um aborto espont√Ęneo ou aborto induzido antes de engravidar novamente. Leia tamb√©m – Deseja engravidar ap√≥s os 35 anos? Siga estas dicas

O estudo, publicado no The Lancet, mostrou que um intervalo entre as gestantes de menos de um ano não estava associado a um risco aumentado de resultados adversos ao nascimento na próxima gravidez, em comparação com um intervalo de pelo menos dois anos.

Essa tend√™ncia permaneceu a mesma quando ajustada para idade materna, n√ļmero de nascimentos anteriores e d√©cada de parto, revelaram os resultados.

“Nossas descobertas fornecem evid√™ncias valiosas para o espa√ßamento recomendado da gravidez ap√≥s o nascimento de um nado-morto”, disse Annette Regan, da Curtin University, na Austr√°lia.

H√° orienta√ß√Ķes limitadas dispon√≠veis para o planejamento de futuras gesta√ß√Ķes ap√≥s o nascimento de um nado-morto, disse Regan, acrescentando: ‚Äúesperamos que nossas descobertas possam fornecer garantias para as mulheres que desejam engravidar ou que engravidam inesperadamente logo ap√≥s o nascimento de um nado-morto‚ÄĚ.

Para o estudo, a equipe incluiu 14.452 nascimentos entre m√£es da Finl√Ęndia, Noruega e Austr√°lia, que tiveram um parto morto na gravidez anterior.

Os pesquisadores observaram que há diferenças nos intervalos ideais após o nascimento e o nascimento do bebê.

“Sem tempo suficiente para se recuperar de uma gravidez anterior, as mulheres podem ter um risco aumentado de entrar em um ciclo reprodutivo com um estado nutricional ruim, o que est√° associado ao aumento do risco de restri√ß√£o do crescimento fetal e defeitos cong√™nitos”, disse Regan.

No entanto, “tal deple√ß√£o nutricional pode n√£o ocorrer na mesma extens√£o ap√≥s uma perda de gravidez, e isso pode afetar o intervalo ideal entre interpreta√ß√Ķes, explicando por que pode ser diferente ap√≥s o nascimento e o nascimento”, disse ela.

Fonte: IANS

Publicado: 2 de março de 2019 10:47 | Atualizado: 2 de março de 2019 10:52