Fui incansavelmente julgado por ‘vestir o beb√™’ meu filho com necessidades especiais

Fui incansavelmente julgado por 'vestir o bebê' meu filho com necessidades especiais

Mommy assustador e Jose Luis Pelaez Inc / Getty

Uau, outra mulher idosa me dizia enquanto eu fazia compras com meus três filhos, com quatro anos ou menos. Você tem suas mãos cheias. Eu estava tão acostumado a ouvir isso, e simplesmente sorria e assentia em resposta. Certamente não foi fácil tentar cruzar todos os itens da minha lista de compras com três crianças pequenas, mas fizemos de qualquer maneira por necessidade.

Quando um dos meus filhos ficou mais velho, ficou óbvio que algo estava acontecendo. Houve as birras épicas que surgiram do nada, a necessidade de tocar absolutamente tudo e todos, e as constantes batidas e quedas de propósito. Fazer recados ou mesmo sair com um playdate estava se tornando cada vez mais difícil e infeliz para todos nós. Decidi, um dia, desesperada, pedir um carrinho de bebê e comecei a usar meu filho o máximo que pude. Não previ que optar por usar meu bebê com necessidades especiais resultaria em muito julgamento.

Agora, eu n√£o sou o tipo de m√£e que pede aprova√ß√£o ou permiss√£o de algu√©m. Eu n√£o teria mudado nada. Usar meu beb√™ era absolutamente o que era melhor para eles e para mim, ajudando a acalmar meu filho e a fornecer as informa√ß√Ķes sensoriais necess√°rias. Eu n√£o precisava me preocupar com o TDAH do meu filho levando-o a fugir impulsivamente (pela porta e entrando em um estacionamento). Mas, apesar da minha atitude de m√£e que n√£o brinca com a ignor√Ęncia, o julgamento ficou muito velho, muito r√°pido. Os conselhos n√£o solicitados de todos os Karens me deram no meu √ļltimo nervo.

Por exemplo, um dia eu havia marcado uma consulta de rotina no laboratório para mim. Dois dos meus filhos estavam na escola, o que significava que felizmente só tinha um filho a reboque. Assim que chegamos ao estacionamento, comecei a prender minha rotina no transportador e depois manobrar meu filho nele. Estávamos satisfeitos e confortáveis, entrando no prédio.

Tim Macpherson / Getty

Fiz o check-in sem problemas e esperei a minha vez, diante de uma parede de janelas balan√ßando, como costumava fazer, para manter meu filho tranq√ľilizado. Quando o t√©cnico do laborat√≥rio me ligou de volta, ela me olhou de cima a baixo. Assim que eu estava sentado na cadeira do laborat√≥rio, ela decidiu dar seu veredicto sobre a nossa escolha de usar roupas de beb√™. Sua abertura: Seu filho n√£o pode andar?

Fiquei chocado. Primeiro, porque e se meu filho não podia andar? Segundo, ela estava sendo tão pouco profissional e ofensiva. Quando eu não respondi, ela disse: Você não pode carregá-los para sempre. (Meu palpite? Ela foi uma daquelas que envergonham as mães que também julgam quanto tempo uma mulher amamenta Рou não, ou co-dorme, ou educa seu filho. Suspiro.)

Ela jogou mais algumas escava√ß√Ķes infantis enquanto preparava tubos, uma compressa com √°lcool e uma agulha. Olhei para ela e respondi calmamente: Meu filho tem necessidades especiais, e mant√™-los em uma transportadora √© a op√ß√£o mais segura. Al√©m disso, estavam em um laborat√≥rio. Este n√£o √© exatamente o melhor lugar para uma crian√ßa engatinhar no ch√£o e tocar objetos. Ela apertou os l√°bios e n√£o respondeu. O que mais ela poderia dizer sem parecer ainda mais idiota?

Quando realiz√°vamos recados, como visitar a biblioteca ou ir √† farm√°cia, meu filho ficava preso √†s minhas costas, brincando com meu cabelo, olhando em volta ou cantando alegremente. Estar√≠amos perfeitamente satisfeitos, cuidando dos neg√≥cios, quando outra mulher se aproximasse de n√≥s para perguntar com um rosnado: Quantos anos tem seu filho? Seguido, apontando para a transportadora e afirmando: Isso machucaria minhas costas. Isso n√£o lhe d√° dor nas costas? N√£o houve apresenta√ß√Ķes, nem conversas amig√°veis ‚Äč‚Äčcom os pais. Ouvia com frequ√™ncia: quanto pesa seu filho? Como se eu declarasse o peso de meu filho levaria a uma revela√ß√£o de que eu n√£o deveria mais me preocupar em mant√™-lo feliz e seguro.

Depois que isso aconteceu v√°rias vezes, tive uma resposta ensaiada. Eu sorria e dizia: N√£o, isso n√£o machuca minhas costas. Olha como meu filho est√° feliz! Ent√£o eu voltava para os meus filhos e dizia: Vamos l√°! e afastar-se de quem estava tentando nos atrair com seu desconforto e experi√™ncia com os pais. Eu n√£o estava distra√≠do com a ignor√Ęncia deles, e deix√°-los no p√≥ foi um aplauso eficaz.

N√£o h√° nada errado em ser curioso e buscar educa√ß√£o sobre um t√≥pico. O que n√£o est√° certo √© interrogar uma m√£e e um filho com o √ļnico objetivo de fazer chover o julgamento de suas escolhas. A prop√≥sito, a crian√ßa pode ouvir toda a bobagem de uma mulher adulta. A falta de respeito pela minha escolha como m√£e era irritante, mas o repulsa direta dirigida ao meu filho childa, que ainda usava fraldas, era assustador. O que mais me incomodou √© que meu filho estava recebendo muitas mensagens negativas de adultos sobre o uso de beb√™s, mesmo que esse resultado fosse resultado de coisas que meu filho n√£o podia ajudar.

√Č claro que n√£o ofereci o hist√≥rico m√©dico de meus filhos a todos os inquiridores rudes. As raz√Ķes pelas quais eu escolhi usar meu beb√™ n√£o estavam em debate. Embora, √†s vezes, eu queria muito contar √† mulher rude o que estava acontecendo e depois v√™-la se contorcer de vergonha. O que percebi, depois de muitos anos de cria√ß√£o, √© que muitas necessidades especiais s√£o invis√≠veis, tornando a crian√ßa vulner√°vel √†s suposi√ß√Ķes de estranhos. Para sua informa√ß√£o: muitas crian√ßas n√£o superam suas necessidades apenas por causa de seu tamanho ou idade.

Mesmo que uma m√£e tenha um filho sem necessidades especiais, mas usar geleia de beb√™ √© sua geleia, e da√≠? Existem muitos benef√≠cios em usar o beb√™, incluindo o pai com as m√£os livres, a crian√ßa emocionalmente pr√≥xima do pai e a seguran√ßa em situa√ß√Ķes em que a crian√ßa n√£o pode andar livremente. Se um pai decide n√£o usar o filho, isso tamb√©m √© legal. O que quer que flutue em cada um dos nossos barcos √© o ideal para a nossa fam√≠lia.

S√≥ porque n√≥s n√£o entendemos as escolhas de outras pessoas, n√£o faz essas escolhas erradas. A Regra de Ouro deve ser promulgada no que diz respeito ao uso de beb√™s, coleiras ou carrinhos de beb√™ e em todas as decis√Ķes dos pais. Porque ser m√£e ou pai j√° √© bastante dif√≠cil sem outra Karen inserindo seus dois centavos.