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Como motivar alguém, incluindo você

como motivarTodos parecemos saber viver bem, mas muito poucos de nós conseguem realmente fazê-lo.

Muitas estratégias motivacionais propostas rotineiramente ficam aquém e se mostram ineficazes quando submetidas a testes empíricos objetivos.

Poder√≠amos conceber estrat√©gias e recomenda√ß√Ķes sobre como motivar a n√≥s mesmos e aos outros. Infelizmente, o que √© f√°cil de fazer raramente √© o que funciona.

A ciência pode ser descrita como a arte da simplificação excessiva sistemática.

Karl Popper

Este artigo apresenta uma variedade de métodos para motivar o comportamento humano e fornece exemplos de técnicas e estratégias motivacionais, bem como as habilidades que podemos desenvolver para motivar a nós mesmos e aos outros de maneira mais eficaz.

Métodos de motivação.

Imagine que eles nos perguntem Como posso motivar meus funcionários a serem mais criativos e trabalharem mais? Talvez possamos oferecer rapidamente uma resposta satisfatória do senso comum e sugerir, por exemplo, que eles ofereçam incentivos atraentes.

Embora isso pareça uma solução viável, esses tipos de respostas raramente são eficazes, sem mencionar que às vezes também podem causar sérios danos, como prejudicar a motivação que a pessoa estava procurando promover.

Aqueles que estudam motiva√ß√£o por tempo suficiente nos dizem que chegam a duas conclus√Ķes: (1) nem todas as tentativas de motivar os outros e a si mesmo s√£o bem-sucedidas e (2) o que √© f√°cil fazer em pr√°ticas raras. o tempo √© o mais eficaz.

Com base na constata√ß√£o geral de que o que √© f√°cil de fazer raramente √© o que √© eficaz √Č por isso que os pesquisadores motivacionais precisam retornar √† prancheta muitas vezes para fazer o trabalho duro de projetar interven√ß√Ķes eficazes e apoios motivacionais.

Entre todas as perspectivas que o homem pode ter, a mais reconfortante é, com base em sua atual condição moral, esperar algo permanente e avançar ainda mais em direção a uma perspectiva ainda melhor.

Immanuel Kant

Muitos daqueles que precisam aplicar estrat√©gias motivacionais ao seu trabalho e vida tamb√©m chegam a conclus√Ķes semelhantes. Os professores tendem a ser muito mais bem-sucedidos ao motivar seus alunos a lerem quando tiverem tempo para transformar o plano de aula em atividades que as crian√ßas achem interessantes, estimulando a curiosidade e pessoalmente inspirando.

Os líderes têm muito mais sucesso em motivar a criatividade e o trabalho duro de seus funcionários quando tomam a perspectiva dos funcionários e os convidam a gerar seus próprios objetivos de trabalho auto-avaliados.

Mesmo os pais são mais bem-sucedidos em incentivar seus filhos a se envolverem em comportamentos socialmente construtivos quando lutam para entender realmente por que seus filhos não querem ser pró-sociais e dedicam um tempo para explicar os benefícios de participar de tais atividades.

Quando substitu√≠mos dar instru√ß√Ķes e comandos por trabalhar com paci√™ncia e dilig√™ncia para ver a situa√ß√£o do ponto de vista de outras pessoas, quando pedimos sugest√Ķes e sugest√Ķes e quando reunimos todas essas informa√ß√Ķes para oferecer algumas metas e estrat√©gias construtivas, geralmente Achamos que tendemos a ter mais sucesso em motivar os outros.

Embora todas essas abordagens para motivar e envolver outras pessoas sejam um pouco difíceis de fazer, vale a pena o esforço para aprender como fazê-lo corretamente.

Se você pensa que pode ou pensa que não pode, está certo.

Henry Ford, 18631947

A motiva√ß√£o √© um processo complexo de explicar e igualmente complexo de realizar plenamente. A ci√™ncia da motiva√ß√£o nos diz que os motivos s√£o experi√™ncias internas que podem ser classificadas em necessidades, cogni√ß√Ķes e emo√ß√Ķes que s√£o influenciadas por condi√ß√Ķes antecedentes, como eventos ambientais e contextos sociais.

Essas for√ßas internas e externas nos dizem como podemos intervir para aumentar a motiva√ß√£o. Dependendo do dilema motivacional com o qual estamos lidando, podemos projetar interven√ß√Ķes que atendam √†s necessidades fisiol√≥gicas ou psicol√≥gicas, os fen√īmenos cognitivos espec√≠ficos associados ao estado motivacional ou aos estados emocionais, bem como fazer ajustes no ambiente para criar um contexto ideal para motiva√ß√£o aumentada.

Estratégias motivacionais

O pr√≥prio objetivo do estudo da motiva√ß√£o √© traduzir a teoria da motiva√ß√£o em programas pr√°ticos de interven√ß√£o e projetar e implementar interven√ß√Ķes bem-sucedidas para melhorar a vida das pessoas.

Frequentemente, dilemas motivacionais determinam que tipo de intervenção será usada, seja uma intervenção baseada na necessidade, uma intervenção baseada na cognição ou uma intervenção baseada na emoção.

As técnicas e estratégias motivacionais descritas abaixo dão exemplos de como podemos intervir no estado dos motivos originários dessas diferentes fontes e apenas arranhamos a superfície de muitas abordagens da motivação.

Tamb√©m existem v√°rias interven√ß√Ķes bastante sofisticadas e altamente bem-sucedidas em nossos artigos sobre Motiva√ß√£o na educa√ß√£o, Motiva√ß√£o no trabalho e Entrevistas motivacionais para mudan√ßa de comportamento, al√©m de exemplos de atividades e planilhas que podem ser encontradas em nosso artigo sobre motiva√ß√£o.

Necessidades psicológicas satisfatórias

Várias necessidades psicológicas motivam o comportamento. De acordo com a teoria da autodeterminação, somos a fonte, causa ou origem de nosso próprio comportamento livremente escolhido (Ryan e Deci, 2008). A SDT identificou três necessidades psicológicas básicas que somos obrigados a satisfazer:

  • autonomia (autodetermina√ß√£o),
  • compet√™ncia (capacidade e efic√°cia), e
  • afilia√ß√£o (relacionamento e associa√ß√£o).

As necessidades de associação ocorrem no espectro da associação em uma extremidade e na associação na outra. Somos motivados a formar relacionamentos positivos duradouros com os outros, de acordo com a hipótese de pertencimento.

Quando experimentamos exclus√£o social, por exemplo, isso pode resultar em sentimentos desagrad√°veis, perda de autonomia e dorm√™ncia e pode ser fortemente motivado para restabelecer conex√Ķes sociais. A necessidade de pertencer √© atendida atrav√©s do estabelecimento de relacionamentos com outras pessoas.

Daniel Pink, em seu livro. Drive: a surpreendente verdade sobre o que nos motiva, Explica por que as recompensas extrínsecas não funcionam no mundo de hoje, porque a maioria de nós não realiza tarefas rotineiras baseadas em regras (2009). Ele argumenta, de maneira bastante convincente, que precisamos criar ambientes onde a motivação intrínseca prospere, onde possamos ser criativos e obter satisfação com as próprias atividades.

O homem que move uma montanha começa pegando pequenas pedras.

Conf√ļcio

Se a autonomia é a nossa configuração padrão, nos dar uma escolha em termos de tarefas, tempo, equipamento e técnica é uma maneira de aumentá-la. Quando combinadas com oportunidades de crescimento e domínio, nossa motivação intrínseca aumenta por meio do engajamento.

Pink nos diz que o dom√≠nio √© uma mentalidade, que exige esfor√ßo e √© como uma ass√≠ntota onde a abordamos, mas nunca a percebemos. Tamb√©m nos lembra a import√Ęncia de lutar por algo maior que n√≥s mesmos. O objetivo, de acordo com Pink, n√£o √© ornamental, mas uma fonte vital de aspira√ß√£o e dire√ß√£o (2009).

Veja nosso artigo sobre Ferramentas Motivacionais para Conduzir uma Avaliação Básica das Necessidades Psicológicas.

Outras necessidades psicológicas reconhecidas incluem:

  • a necessidade de fechamento
  • a necessidade de cogni√ß√£o
  • a necessidade de significado
  • a necessidade de poder
  • a necessidade de auto-estima
  • a necessidade de realiza√ß√£o

A necessidade de fechamento nos motiva a evitar ambiguidades e chegar a uma conclus√£o firme. Isso pode ter implica√ß√Ķes para nossos relacionamentos e nossa capacidade de funcionar efetivamente, pois somos for√ßados a responder constantemente √† crescente complexidade de nosso ambiente e √†s mudan√ßas em nossas circunst√Ęncias. Para atender √† necessidade de fechamento, podemos fornecer expectativas claras e objetivos bem definidos e mensur√°veis, feedback frequente e prazos.

A necessidade de cogni√ß√£o refere-se ao desejo de entender as experi√™ncias e as coisas do nosso ambiente atrav√©s do pensamento. Quando somos for√ßados a pensar em p√©, fazer julgamentos duros ou usar a intui√ß√£o e n√£o temos a oportunidade de refletir sobre nossa experi√™ncia, podemos experimentar tens√£o e estresse. O fornecimento de informa√ß√Ķes e raz√Ķes convincentes pelas quais as tarefas devem ser realizadas podem ajudar a atender √† necessidade de maior entendimento.

A necessidade de significado Isso nos motiva a entender como nos relacionamos com nosso ambiente, geográfico, cultural e social. Isso se torna particularmente importante após eventos catastróficos ou tragédias pessoais. De acordo com o modelo de criação de significado, após eventos traumáticos, somos fortemente motivados a restaurar o significado.

Isso pode ser feito através do método conhecido como pensamento contrafactual, quando consideramos alternativas que contrastam fortemente com a nossa situação atual. Em outras palavras, como seria a vida de uma pessoa se algum outro evento (contrafactual) tivesse ocorrido ou não?

A necessidade de poder nos motiva a querer ser notado, a influenciar a vida de outras pessoas, a estar no comando e a ter alto status. As ocupa√ß√Ķes que permitem o exerc√≠cio leg√≠timo do poder podem oferecer oportunidades de visibilidade, reconhecimento e sucesso para quem tem um motivo de poder. Atender √† necessidade de controle tamb√©m pode significar estar no comando de uma organiza√ß√£o.

A necessidade de auto-estima refere-se ao sentimento avaliativo que uma pessoa tem sobre si mesma. William James acreditava que a auto-estima depende de quantos seres poss√≠veis, ele chamou de reivindica√ß√Ķes, que alcan√ßamos ou nos tornamos.

Uma vis√£o contempor√Ęnea da auto-estima a define em termos de conting√™ncia de auto-estima, como ocorre em v√°rios dom√≠nios, como a compet√™ncia acad√™mica. Sucessos e falhas em um dom√≠nio espec√≠fico aumentam ou diminuem a auto-estima, respectivamente, e nos proporcionam um grau de auto-estima contingente nesse dom√≠nio.

Podemos aumentar nosso n√≠vel de auto-estima, reduzindo o n√ļmero de seres poss√≠veis ou aumentando o n√ļmero de sucessos. Respectivamente, nossa auto-estima √© reduzida quando diminu√≠mos o n√ļmero de sucessos ou aumentamos o n√ļmero de reivindica√ß√Ķes.

A necessidade de realização é guiado por duas fontes internas: a razão do sucesso e a razão para evitar falhas. Quando queremos fazer as coisas bem, ser persistentes e ter um alto padrão de excelência, diz-se que precisamos de conquistas.

A razão para evitar o fracasso é caracterizada pelo medo e ansiedade por falhar em uma tarefa. A probabilidade de sucesso e fracasso e o valor de incentivo do sucesso e fracasso são outros determinantes do comportamento de realização incluídos na teoria da motivação para a realização (consulte nossos artigos sobre Teorias da Motivação). A necessidade de realização pode ser atendida executando tarefas desafiadoras.

Intervir nas cogni√ß√Ķes

Um dos fen√īmenos cognitivos mais importantes no contexto da motiva√ß√£o √© o nosso autoconceito; como a definimos; como nos relacionamos com a sociedade; maneiras pelas quais usamos sua ag√™ncia para desenvolver potencial pessoal; e, finalmente, como nos regulamos para permitir a consecu√ß√£o dos objetivos (Reeve, 2018).

O autoconceito é um exemplo de mecanismo cognitivo que desempenha um papel na motivação.

Aqui, a cogni√ß√£o √© tratada como uma for√ßa motivadora, onde a id√©ia b√°sica √© que, se voc√™ mudar o conte√ļdo do seu pensamento, ent√£o voc√™ mudar√° o seu estado motivacional. O mesmo se aplica a outros fen√īmenos cognitivos, como planos, objetivos, mentalidade, inten√ß√Ķes, atribui√ß√Ķes, valores, cren√ßas de dom√≠nio, autoefic√°cia, disson√Ęncia, controle percebido, expectativa, autoconceito, identidade, autorregula√ß√£o, poss√≠veis seres e autocontrole. controle, para citar alguns.

Nós não vemos o mundo como ele é, nós o vemos como somos.

Anais Nin

O autoconceito é aprendido e vem da maneira como representamos mentalmente nossas características em domínios específicos, como desempenho acadêmico ou relacionamento interpessoal.

Esses esquemas de si mesmo geram dois tipos de motivação: ser coerente e possível. Somos motivados a direcionar nosso comportamento de maneira a confirmar nossa auto-estima e a evitar aqueles que se contradizem.

Também observamos os outros e consideramos um possível eu futuro no qual queremos nos tornar. Esses possíveis seres tornam-se objetivos de longo prazo que energizam, direcionam e sustentam a motivação para desenvolver quem somos hoje em direção ao ser ideal esperado (Reeve, 2018).

Veja nossa postagem no blog Motivational Tools para exemplos de atividades ideais e futuras.

A identidade √© o eu dentro de um contexto cultural e como ele se relaciona com a sociedade. Assumimos pap√©is sociais como m√£e ou professora e agimos para estabelecer, confirmar e restaurar o significado cultural dessa identidade de papel. Tamb√©m criamos conex√Ķes com grupos sociais com afilia√ß√Ķes, interesses e valores compartilhados, que contribuem ainda mais para a nossa forma√ß√£o de identidade.

O autoconceito também possui uma motivação intrínseca, ou agência própria. Quando nosso eu exercita seus interesses, preferências e habilidades inerentes ao crescimento, ele o expande para uma complexidade cada vez maior. A busca de objetivos de vida que emanam da agência pessoal gera esforço aprimorado e maior bem-estar psicológico.

Emo√ß√Ķes como feedback

Mudan√ßas nas emo√ß√Ķes, comportamento e bem-estar podem ser usadas como feedback no esfor√ßo de motivar os outros de maneira produtiva. Interven√ß√Ķes que alteram os estados emocionais para o positivo, produzem um comportamento valioso ou geram uma sensa√ß√£o de bem-estar podem usar essas mudan√ßas para formar um ciclo de feedback positivo e, assim, aumentar a motiva√ß√£o para o alcance das metas.

Elogios, por exemplo, podem evocar emo√ß√Ķes positivas, enquanto programas de dom√≠nio modelados podem aumentar um senso de compet√™ncia atrav√©s da progress√£o gradual da tarefa. V√°rias experi√™ncias subjetivas de bem-estar, desde o exerc√≠cio da gratid√£o at√© o cultivo da admira√ß√£o, podem ser usadas como indutores de mudan√ßa e uma forma de feedback positivo. Eles produzem mudan√ßas graduais na emo√ß√£o e no bem-estar, bem como uma mudan√ßa progressiva no comportamento atrav√©s da disciplina.

A estratégia de regulação do foco da atenção é outra maneira de intervir em nossas respostas emocionais para aumentar a motivação. Isso nos permite reavaliar como vemos uma situação e optar por reformular, como quando procuramos um lado positivo.

Esses tipos de regula√ß√£o emocional podem ser √ļteis em contraste com a supress√£o da emo√ß√£o, que ocorre quando todas as oportunidades anteriores para estabelecer o controle foram perdidas, e uma pessoa simplesmente precisa tentar desregular um evento emocional adverso (Reeve). , 2018).

Confira nossa postagem no blog Motivational Tools para exemplos de como intervir em estados emocionais e amplificar o poder dos sentimentos positivos.

Controle de auto-aprendizagem

O monitoramento metacognitivo do progresso da definição de metas é um processo de autorregulação que aumenta nossa capacidade de realizar metas de longo prazo por conta própria.

O autocontrole √© uma grande parte do processo de autorregula√ß√£o e √© de import√Ęncia crucial para a motiva√ß√£o sustentada. Essa capacidade de suprimir, restringir e anular um desejo impulsivo de curto prazo, ou a tenta√ß√£o de perseguir uma meta de longo prazo, √© rapidamente esgotada quando lutamos para anular impulsos imediatos.

Fa√ßa a escala da procrastina√ß√£o em nosso post Ferramentas Motivacionais para avaliar sua capacidade de resistir a tenta√ß√Ķes e distra√ß√Ķes.

Você já ouviu o ditado, sem glicose, sem força de vontade? A base biológica do autocontrole, de acordo com o modelo de força limitada do autocontrole, é o combustível cerebral da glicose. O exercício do autocontrole esgota a glicose e a capacidade de autocontrole futuro, mas pode ser reabastecido por:

  • nutri√ß√£o e ingest√£o cal√≥rica,
  • Treinamento,
  • epis√≥dios de afeto positivo,
  • Necessidade psicol√≥gica de satisfa√ß√£o (Reeve, 2018).

Pesquisas longitudinais, também conhecidas como teste de marshmallow, mostram de maneira impressionante que a capacidade infantil de alto autocontrole versus a capacidade mínima de autocontrole prediz resultados de vida bem-sucedidos (Mischel e Ebbesen, 1970 )

Motivação e Stress

O estresse pode ter um impacto significativo em nossos estados motivacionais. Lidar com estressores envolve efetivamente planejamento, execução e feedback. Durante o componente de planejamento, avaliamos eventos que mudam a vida. Primeiro, analisamos se o evento é positivo, negativo ou irrelevante para o nosso bem-estar.

Ent√£o, se o evento for negativo, fazemos um invent√°rio dos recursos que podem ser usados ‚Äč‚Äčpara gerenciar o evento. Durante o componente de execu√ß√£o, determinamos como lidar com o estressor original ou com o pr√≥prio estresse.

Esclarecer e tentar resolver o estressor √© uma forma de lidar com foco no problema, enquanto aliviar o sofrimento associado √© uma estrat√©gia de enfrentamento com foco na emo√ß√£o. A regula√ß√£o emocional √© um tipo de enfrentamento que nos ajuda a controlar as emo√ß√Ķes e a intensidade com que as vivenciamos.

Para avalia√ß√£o e enfrentamento, a flexibilidade ajuda. A intensidade do estresse e a capacidade de controlar estrat√©gias de enfrentamento de impacto. A reavalia√ß√£o √© uma estrat√©gia melhor quando o estressor √© de baixa intensidade, mas quando o estresse √© muito alto, a distra√ß√£o √© mais eficaz. Quando os estressores s√£o avaliados como control√°veis, a capacidade de lidar com problemas √© melhor, mas quando se sentem incontrol√°veis, a capacidade de lidar com emo√ß√Ķes √© melhor.

Finalmente, durante o componente de feedback, experimentamos diferentes n√≠veis de sensibilidade ao feedback sobre a efic√°cia dos processos de enfrentamento. Se necess√°rio, esse feedback pode ser usado para reavaliar o estressor e o estresse que o acompanha e alterar as estrat√©gias de enfrentamento e a regula√ß√£o emocional. O Instituto Americano de Estresse possui muitas informa√ß√Ķes √ļteis sobre estressores, ansiedade e enfrentamento.

Técnicas de motivação

atleta motivadoAo considerar as t√©cnicas motivacionais, √© √ļtil entender que, na pr√°tica, os estados motivacionais podem ser apoiados, negligenciados ou frustrados.

Por esse motivo, as interven√ß√Ķes mais bem-sucedidas n√£o tentam mudar diretamente a motiva√ß√£o ou a emo√ß√£o de outras pessoas.

Em vez disso, interven√ß√Ķes eficazes com mais freq√ľ√™ncia far√£o altera√ß√Ķes nas condi√ß√Ķes ambientais das pessoas e na qualidade de seus relacionamentos. O objetivo das t√©cnicas motivacionais √© encontrar, criar ou oferecer condi√ß√Ķes e relacionamentos motivacionais e emocionais de apoio e deixar para tr√°s os negligentes ou abusivos.

Tamb√©m devemos avaliar cuidadosamente, por meio de abordagens baseadas em evid√™ncias, quais s√£o as condi√ß√Ķes antecedentes conhecidas do estado motivacional ou emocional que estamos tentando promover.

Combinação ideal de habilidades e desafios

A motiva√ß√£o intr√≠nseca e a iniciativa aut√īnoma s√£o criadas por atividades com um conjunto espec√≠fico de propriedades: elas s√£o desafiadoras, exigem habilidade, t√™m feedback claro e imediato.

A chave do sucesso aqui é estabelecer desafios que não sejam muito exigentes ou simples demais para as habilidades de alguém, pois a vida às vezes pode ser "um ato de equilíbrio constante entre ansiedade, onde a dificuldade é muito alta para a capacidade da pessoa e tédio, onde a dificuldade é muito baixa"(Cskszentmihlyi, 1997, p.476).

O professor Cskszentmihlyi, que desenvolveu a teoria do fluxo para definir essas atividades, fala sobre condi√ß√Ķes espec√≠ficas que permitem o in√≠cio do fluxo e nomeou fatores relacionados √†s experi√™ncias de fluxo nas seguintes dimens√Ķes:

  • presen√ßa de objetivos claros;
  • retorno imediato;
  • grandes desafios devem ser combinados com habilidades pessoais adequadas; mais frequentemente realizado em atividades complexas que requerem habilidades espec√≠ficas; o fluxo provou estar associado a um desafio acima da m√©dia / condi√ß√£o de habilidade acima da m√©dia;
  • a tarefa deve ser desafiadora o suficiente para exigir a mobiliza√ß√£o de habilidades pessoais, promovendo concentra√ß√£o e comprometimento para permitir a fus√£o de a√ß√£o e conscientiza√ß√£o; atividades repetitivas e com pouca informa√ß√£o raramente s√£o associadas ao fluxo;
  • concentre-se na tarefa em quest√£o e aten√ß√£o concentrada √© essencial;
  • controle percebido da situa√ß√£o; e
  • perda de autoconsci√™ncia (Cskszentmihlyi, 1990).

Coment√°rios

Dar feedback pode ser uma forma benéfica de motivação e, se bem feito, pode fazer as pessoas se sentirem motivadas e positivas. Aqui está uma lista de itens a serem focados para obter bons conselhos sobre como fazer um bom feedback, de acordo com Robert Biswas-Diener:

  • O poder das expectativas. A pessoa que recebe o feedback tem suas rea√ß√Ķes emocionais √† expectativa do feedback, bem como ao processo de recebimento do feedback. Declare com anteced√™ncia o que o feedback pretende obter, qual a forma que ele assumir√° e esclare√ßa se √© esperado mais trabalho.
  • O poder da precis√£o e especificidade. Seja espec√≠fico e preste aten√ß√£o especial √† parte do feedback que pode ser sup√©rflua. Al√©m disso, tenha cuidado para fornecer feedback sobre o desempenho, n√£o a pessoa ou o car√°ter da pessoa.
  • O feedback √© direcionado para o futuro, n√£o para o presente. O foco do feedback deve estar na vis√£o de excelente trabalho futuro e evoluir em torno da discuss√£o de maneiras de chegar l√°; no entanto, exigir√° muitas itera√ß√Ķes.
  • Acredite no projeto. Seus coment√°rios devem falar com seu investimento pessoal e expressar sua cren√ßa de que o trabalho pode ser excelente e tem potencial para obter sucesso. O feedback que vale a pena exige esfor√ßo e √© uma parte muito importante do investimento no processo de melhoria.
  • O poder do relacionamento. Aproveite o que sabe sobre a pessoa para dar um melhor feedback e responsabiliz√°-lo, porque o feedback √© uma forma de conex√£o e voc√™ adaptaria sua abordagem de maneira diferente, dependendo de com quem est√° falando.

Distra√ß√Ķes

Nir Eyal, que escreveu o livro. Indistrat√°vel define motiva√ß√£o como o desejo de escapar do desconforto psicol√≥gico e nos libertar da dor do desejo, onde as distra√ß√Ķes s√£o formas de fuga doentias ou improdutivas.

Isso nos desafia a tomar consciência do que precisamos nos distrair, para que possamos definir conscientemente o que queremos buscar. A insatisfação pode nos motivar e nos levar a agir. Se não estamos felizes, a dor nos permite saber que algo precisa ser feito sobre isso, e isso representa uma resposta evolutiva perfeitamente saudável.

Embora tendamos a culpar os gatilhos externos por falta de motivação, na maioria das vezes é simplesmente uma resposta à dor interna que nos leva a sentir-nos inquietos e nos torna mais propensos a ceder a impulsos.

Isso sugere que procuremos a emo√ß√£o que o h√°bito produz em n√≥s, tenha curiosidade e, em vez de tentar escapar, chame ainda mais a aten√ß√£o para o desejo. Alguns chamam de surfar o desejo. Quando voc√™ coloca esses pensamentos e emo√ß√Ķes negativas no palco, eles tendem a se dissipar.

A teoria ir√īnica do processo. nos diz que a supress√£o de pensamentos tem um efeito rebote que faz com que cogni√ß√Ķes indesejadas persistam √† medida que nossas mentes continuam a monitor√°-las (Wegner, 1994).

O ant√≠doto para essa tend√™ncia √© convidar ativamente esses pensamentos no palco, e as li√ß√Ķes da Terapia de Aceita√ß√£o e Compromisso (TCA) mostram que isso funciona porque criamos a dist√Ęncia entre o pensamento e n√≥s mesmos e, portanto, diminu√≠mos seu impacto ao v√™-los pelo que v√™em. estamos.

Isso nos permite repensar o gatilho para que possamos tomá-lo consciente da próxima vez que surgir e rastreá-lo, especialmente durante momentos liminares quando fazemos a transição de uma atividade para outra.

Estabelecimento de metas e inten√ß√Ķes para implementa√ß√£o

A consecu√ß√£o dos objetivos pode ser efetivamente facilitada atrav√©s da forma√ß√£o de uma inten√ß√£o de implementa√ß√£o que explica quando, onde e como vamos alcan√ß√°-lo. √Č alcan√ßado decidindo antecipadamente o objetivo de combater como vamos superar um obst√°culo. Se a situa√ß√£o Y for encontrada, iniciarei o comportamento direcionado ao alvo X! (Gollwitzer)

Estudos mostram que as inten√ß√Ķes de implementa√ß√£o tiveram um efeito positivo na consecu√ß√£o do objetivo, foram eficazes na promo√ß√£o do in√≠cio da luta pelo objetivo, protegendo a busca cont√≠nua do objetivo de influ√™ncias indesejadas, desconectando cursos de a√ß√£o fracassados ‚Äč‚Äče manuten√ß√£o da capacidade de atingir a meta futura.

Se seu objetivo √© comer menos a√ß√ļcar, sua inten√ß√£o de implementa√ß√£o pode se transformar em algo ".Quando o card√°pio de sobremesas chegar, pedirei caf√©"Se seu objetivo √© trabalhar mais, sua inten√ß√£o de implementa√ß√£o pode se tornar"Vou treinar por uma hora na academia √†s segundas, quartas e sextas-feiras antes do trabalho."

Acesse a planilha If-then Planning em nossa publicação Motivational Tools.

Integração

O Dr. Daniel Sigel, cuja pesquisa combina a ci√™ncia do c√©rebro com abordagens pr√°ticas para a nossa compreens√£o do comportamento humano e mecanismos de mudan√ßa, enfatiza a import√Ęncia de nossa compreens√£o do eu, aprendendo sobre como nosso c√©rebro funciona, bem como a desenvolvimento da capacidade consciente de observar nossos pr√≥prios estados internos que nos ajudam a desenvolver empatia com os outros e a navegar em nosso mundo social.

Se a motivação é sobre mudança, sobre o que é? Segundo o Dr. Siegel, a mudança é possível porque a maioria dos seres humanos luta pela integração, onde conectamos o funcionamento de nossos sistemas internos ao estado de harmonia interna.

A afirma√ß√£o mais ambiciosa na constru√ß√£o te√≥rica da vis√£o √© que podemos alterar nosso c√©rebro f√≠sico, concentrando nossa aten√ß√£o de uma maneira que integre um aspecto diferente de nosso funcionamento psicol√≥gico e neurol√≥gico e que praticamente reconecte a conex√£o sin√°ptica a uma melhor sa√ļde mental.

O modelo de bem-estar do Dr. Siegels é composto pelo processo que integra a mente, o cérebro e nossos relacionamentos. Identifique as oitavas áreas de integração como formas de entrada através das quais a criação de um estado interno de harmonia pode ser promovida e a motivação aumentada:

  • A integra√ß√£o da consci√™ncia permite maior conscientiza√ß√£o e clareza na percep√ß√£o de nossa mente.
  • A integra√ß√£o bilateral ocorre quando reconciliamos as fun√ß√Ķes do c√©rebro esquerdo e direito conectando nosso c√©rebro emocional e emocional.
  • A integra√ß√£o vertical permite uma maior consci√™ncia corporal e √© uma maneira de criar uma conex√£o mente-corpo.
  • Integra√ß√£o de mem√≥ria refere-se ao processo de cria√ß√£o de mem√≥ria e como isso afeta nosso bem-estar.
  • A integra√ß√£o narrativa √© sobre como encontramos significado e explicamos nossas experi√™ncias.
  • A integra√ß√£o do estado refere-se √† integra√ß√£o do estado mental, como a necessidade de ficar sozinho versus a necessidade de ser social.
  • A integra√ß√£o interpessoal √© sobre como nos relacionamos com os outros.
  • A integra√ß√£o temporal tem a ver com nosso senso de tempo e est√° relacionada √† psicologia existencial e a nossos pensamentos sobre perman√™ncia e necessidade de certeza.
  • Finalmente, a integra√ß√£o transpiracional tem a ver com o senso de eu gasto, e o Dr. Siegel espera que cultiv√°-lo tenha o potencial de transformar o mundo em que vivemos (O que √© Mindsight? Uma entrevista com o Dr. Dan Siegel. ", Nd).

A constru√ß√£o da mente combina ferramentas de autoconsci√™ncia consciente com id√©ias sobre a nossa natureza, que s√£o impulsionadas por um entendimento cientificamente informado das fun√ß√Ķes cerebrais.

Segundo Siegel, esse entendimento do eu não apenas nos permite auto-regular e direcionar nossas vidas, mas também nos ajuda a entender melhor os outros e pode nos ajudar a desenvolver uma empatia crucial por relacionamentos prósperos.

Sua definição de empatia como ter um mapa de outras pessoas é uma metáfora poderosa, assim como sua interpretação da flexibilidade psicológica mostra uma imagem de um rio entre rigidez e desregulação emocional (O que é Mindsight? Dan Siegel., "Nd).

Técnicas para se manter motivado

Encontrar motiva√ß√£o n√£o √© suficiente. Pesquisas mostram que, para alcan√ßar mudan√ßas duradouras, precisamos de lembretes, repeti√ß√Ķes e rituais.

– Lembretes

Para focar nossa aten√ß√£o em um compromisso espec√≠fico que assumimos, √© √ļtil ter lembretes. Esses sinais externos em nosso ambiente podem ser diretos e simples, e outros podem ser mais complicados e criativos. Aqui est√£o algumas sugest√Ķes:

  • ingrese los horarios de su gimnasio en su agenda, tal como lo har√≠a para una reuni√≥n de clientes
  • coloque una foto en la pared o en su protector de pantalla de la persona que m√°s lo motiva a levantarse de la cama y ponerse las zapatillas
  • tropieza literalmente con tus recordatorios: deja tus zapatillas para correr junto a tu cama
  • configure su despertador para que reproduzca una canci√≥n o una afirmaci√≥n que le parezca particularmente motivadora

‚Äď Repetici√≥n

Los recordatorios regulares pueden allanar el camino para la acci√≥n de repetici√≥n, que es esencial para un cambio duradero. Hacer ejercicio solo durante la primera semana o dos del a√Īo, no importa cu√°n dif√≠cil, con toda probabilidad, est√© muy por debajo de sus esperanzas y aspiraciones para el nuevo a√Īo. Adem√°s, es a trav√©s de recordatorios junto con la repetici√≥n, que se llega a la tierra prometida del cambio: el cultivo de rituales.

Usa la tecnología para bombardear tu cerebro no consciente con las declaraciones del mundo que deseas crear. La tecnología nos ha dado todo tipo de excelentes herramientas que podemos usar.

  • Configure citas o notificaciones recurrentes y programe lo que est√° cambiando. Si es la hora del gimnasio, la hora de la preparaci√≥n de alimentos, la hora de acostarse, programe y tenga todo en su lugar para que sea m√°s probable que suceda. Estos son apoyos ambientales que facilitan que el subconsciente siga el cambio de comportamiento.
  • Haga un seguimiento de su progreso en un gr√°fico que se muestra en alg√ļn lugar visible o mediante una aplicaci√≥n que requiere que inicie sesi√≥n en sus logros; La retroalimentaci√≥n refuerza la motivaci√≥n.
  • Haga planes si / luego para cuando los obst√°culos se interpongan en el camino.
  • Audio: reproduce tus afirmaciones mientras trotas o haces ejercicio, limpiando la casa cada vez que normalmente escuchas m√ļsica.
  • Audio y video subliminales: puede reproducir grabaciones de audio y video subliminales durante todo el d√≠a.
  • Software subliminal: hay un software disponible que reproducir√° sus afirmaciones mostr√°ndolas de forma casi invisible en la pantalla de su computadora.

‚Äď Rituales

Formamos rituales despu√©s de un n√ļmero suficiente de recordatorios y repeticiones porque nuestro cerebro crea nuevas v√≠as neuronales asociadas con un comportamiento particular. Se hace m√°s f√°cil despu√©s de un mes o dos para actuar de una manera determinada en un momento espec√≠fico.

Palabras de precaución al crear un recordatorio, repetir y ritualizar:

  • Menos es m√°s. Es probable que la sobrecarga neuronal lo lleve a no hacer nada. Las esperanzas y aspiraciones modestas conducen a peque√Īas victorias y cambios graduales.
  • Fallar y fallar nuevamente y recordar que el √©xito en el quinto o sexto intento es mucho m√°s probable.
  • Los compromisos p√ļblicos son una fuerza fuerte. Diga o grabe sus acciones previstas para usted o un amigo o profesional de confianza. O mejor a√ļn, encuentre a alguien que pueda mantenerlo responsable.
  • Las afirmaciones son otra forma de expresar verbalmente cu√°l es su estado deseado. Env√≠a un poderoso mensaje al cerebro, que ayuda a reforzar los cambios deseados. Las afirmaciones deben repetirse en tiempo presente.
  • Anotar sus intenciones, sentimientos e impresiones tambi√©n crea poderosas conexiones neuronales y puede apoyar a√ļn m√°s su perseverancia.

Cuando creamos recordatorios √ļtiles y los repetimos con la frecuencia suficiente para crear rituales, aumentamos la posibilidad de crear un nuevo h√°bito con la esperanza de que reemplacen los comportamientos menos deseables.

Habilidades motivacionales

Poder motivar es tanto un arte como una ciencia, y requiere una cantidad considerable de pr√°ctica. Ya sea que usted sea un entrenador, un gerente, un padre o un maestro, se da cuenta de que no todas estas habilidades le llegan naturalmente, pero que se pueden mejorar con la pr√°ctica.

El campo de r√°pido crecimiento del coaching personal y profesional tiene mucho que ofrecer en el √°mbito de las herramientas e intervenciones motivacionales. Tim Gallwey defini√≥ la esencia del coaching como desbloqueando el potencial de una persona para maximizar su propio desempe√Īo.

Anthony Grant lo describió como a collaborative solution-focused, results-oriented and systematic process in which the coach facilitates the enhancement of life experience and goal attainment. The focus of coaching is to aid the client in taking action toward the realization of their goals, desires, and vision. For that, we need motivation.

Below is a brief description of some of the techniques and skills usually taught in an ICF certified coaching programs which can be used to enhance the motivation of a coaching client toward goal pursuit.

  • Acknowledging what our clients are saying is one of the most powerful ways to show that youre really listening and that you care about what your clients are saying. It can be accomplished through mirroring back or paraphrasing.
  • Clarifying and summarizing can further deepen the mutual understanding and help build the rapport necessary to support the motivation for change.
  • Validating a clients feelings is crucial for creating a safe space where they dont feel judged.
  • Breaking resistance and asking the client how he or she managed to overcome similar situations in the past is similar to methods of appreciative inquiry.
  • Button pushing is about helping the client find another way to look at the situation and is similar to the concept of cognitive reframing.
  • Celebrating clients wins and championing efforts is crucial in increasing positive emotions and is similar to active constructive responding.
  • Coaching limiting beliefs is about asking how true is that belief and how has believing it affected the client.
  • Coaching interpretations is about considering what might be the complete opposite of how they view their current situation.
  • Coaching assumptions is about asking why, if this happened in the past, why must it happen again.
  • Coaching gremlins is about identifying that aspect of the self that thinks the client is less than who they really are.
  • Evaluating is about exploring options and asking the client how will they know when they are successful.
  • Forwarding is about asking when you get there what will you do.
  • Observation is about noticing something positive about the client even if its complimenting them on their honesty,making choices what are your options, what else, etc.
  • Metaphors are powerful awareness tools that ascribe meaning to the situation and can inspire.
  • Planting the seed is a way of expressing that we have faith in our clients abilities.
  • Stretching is about asking the client what would it look like to go one step further.
  • Reflection is about checking in with the client and how they feel about what was just discussed.
  • Moving from head to heart is about asking the client to describe emotions that show up during the session.
  • Visioning is utilizing visualization techniques like the Ideal Future self.
  • Exploring values is about exploring what our clients deem as most important in their lives.
  • Translating needs is another method for helping clients as our needs translate into motives which cause us to act and these actions have emotional consequences

See our article on Motivation Tools for more examples of powerful motivational questions.

Uma mensagem para levar para casa

By now, you should have realized that true, effective motivation is tied to the outcomes that people care about.

Motivational interventions produce better results when they focus on supporting peoples motivation and emotion rather than trying to increase some specific outcomes, such as performance, productivity, achievement, or well-being.

What are your favorite motivational strategies and techniques? Share your suggestions below.

  • What is Mindsight? An Interview with Dr. Dan Siegel.,‚ÄĚ n.d.
  • Csikszentmihalyi, M. (1997).Finding flow: The psychology of engagement with everyday life. Basic Books.
  • Deci, E. L., & Ryan, R. M. (2008). Self-determination theory: A macrotheory of human motivation, development, and health.Canadian psychology/Psychologie canadienne,49.(3), 182.
  • Mischel, W., & Ebbesen, E. B. (1970). Attention in delay of gratification.Journal of Personality and Social Psychology,dezesseis(2), 329.
  • Ntoumanis, N., Quested, E., Reeve, J., & Cheon, S. H. (2018). Need supportive communication: Implications for motivation in sport, exercise, and physical activity.Persuasion and communication in sport, exercise, and physical activity, 155-169.
  • Pink, D. H. (2011).Drive: The surprising truth about what motivates us. Penguin.