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Como medir a motivação, entendendo a ciência por trás dela

motiva√ß√£o-ci√™ncia-pesquisa-avalia√ß√Ķes

A motivação é uma força psicológica que possibilita a ação e há muito tempo é objeto de pesquisa científica (Carver e Scheier, 1998).

O estudo da motivação é uma ciência do comportamento que diz respeito aos processos internos que dão energia, direção e persistência ao comportamento.

A ciência deve começar com mitos e com as críticas aos mitos.

Karl Popper

Quando o comportamento tem for√ßa e intensidade, atribu√≠mos isso √† presen√ßa de energia. Quando nosso comportamento √© direcionado ou direcionado a um objetivo ou resultado espec√≠fico, diz-se que ele tem um prop√≥sito. Quando o comportamento dura e √© mantido ao longo do tempo e em diferentes situa√ß√Ķes, implica persist√™ncia.

Este artigo apresenta descobertas vitais na ci√™ncia da motiva√ß√£o, incluindo seus fundamentos neurol√≥gicos, e lista v√°rias ferramentas de avalia√ß√£o usadas para medir suas m√ļltiplas facetas. Complementa nosso artigo sobre Ferramentas e planilhas de motiva√ß√£o e expande as defini√ß√Ķes e descri√ß√Ķes do processo que podem ser encontradas em nosso O que √© motiva√ß√£o? publica√ß√£o no blog.

Ciência da motivação

Quando pensamos no c√©rebro humano, tendemos a nos concentrar em suas fun√ß√Ķes cognitivas e intelectuais, mas o nosso tamb√©m √© um c√©rebro motivado e emocional. Gera desejos, apetites, impulsos, necessidades, recompensas, desejos, prazer, sentimentos, humor, medo, ansiedade, raiva e toda a gama de emo√ß√Ķes da mesma maneira que √© capaz de pensar, aprender e resolver problemas. .

A ci√™ncia da motiva√ß√£o √© uma ci√™ncia do comportamento em que as respostas requerem evid√™ncias objetivas, emp√≠ricas e baseadas em dados, obtidas a partir de resultados de pesquisas bem conduzidas e revisadas por pares. Ele usa m√©todos emp√≠ricos, enfatiza hip√≥teses test√°veis, defini√ß√Ķes operacionais de suas constru√ß√Ķes, m√©todos de observa√ß√£o e an√°lises estat√≠sticas objetivas para avaliar o m√©rito cient√≠fico de suas hip√≥teses.

Nosso conhecimento s√≥ pode ser finito, enquanto nossa ignor√Ęncia deve necessariamente ser infinita.

Karl Popper

A neurociência da motivação estuda explicitamente como nosso ambiente e eventos diários ativam estruturas cerebrais específicas e como estas, por sua vez, estão associadas a estados motivacionais que energizam, direcionam e mantêm o comportamento.

O c√©rebro motivado e suas muitas fun√ß√Ķes s√£o geralmente separadas para facilitar a compreens√£o em um c√©rebro cortical externo e um c√©rebro subcortical interno (Reeve, 2018).

Nossos impulsos b√°sicos e impulsos e motiva√ß√Ķes ricas em emo√ß√Ķes como fome, sede, raiva, medo, ansiedade, prazer, desejo, recompensa e desejo est√£o associados ao c√©rebro subcortical. Estes s√£o em grande parte inconscientes, autom√°ticos e impulsivos.

Aqui está uma lista de estruturas cerebrais subcorticais e como elas estão envolvidas na motivação e nos estados emocionais (Reeve, 2018):

Estruturas subcorticais do cérebro
Forma√ß√£o reticular Regula a excita√ß√£o, a aten√ß√£o e o processo neural de despertar as preocupa√ß√Ķes motivacionais e emocionais do c√©rebro.
Am√≠gdala Detecta, aprende e responde √†s propriedades de est√≠mulo de objetos ambientais, incluindo associa√ß√Ķes de gera√ß√£o de amea√ßas e gera√ß√£o de recompensas.
G√Ęnglios da base (n√ļcleo caudado, put√Ęmen, negro substancial e globo p√°lido) Contribuir para motivar a estimula√ß√£o e inibi√ß√£o de movimento e a√ß√£o.
Estriado ventral (n√ļcleo accumbens) e tegmentar ventral O c√©rebro recompensa o centro.
√Ārea tegmental ventral Produz e libera dopamina que recebe o n√ļcleo accumbens para produzir prazer e sabor.
Hipot√°lamo Ele responde a recompensas naturais na regula√ß√£o de comer, beber e acasalar, e tamb√©m regula o sistema nervoso end√≥crino e aut√īnomo.

O c√©rebro cortical abriga motiva√ß√Ķes cognitivamente ricas que s√£o conscientes, deliberadas e giram em torno do controle cognitivo ou executivo. Esses eventos mentais incluem objetivos, planos, estrat√©gias, valores e cren√ßas sobre si mesmo.

Estruturas cerebrais

Algumas das estruturas cerebrais corticais estão intimamente envolvidas na motivação e nos estados emocionais (Reeve, 2018):

Estruturas corticais do cérebro
A ínsula Ele monitora os estados corporais para produzir sentimentos intestinais positivos e negativos e também processa sentimentos associados a risco, incerteza, motivação intrínseca, empatia e agenciamento pessoal.
O c√≥rtex pr√©-frontal Envolvido na elabora√ß√£o de planos, estabelecimento de metas, formula√ß√£o de inten√ß√Ķes.
Atividade hemisférica direita Associado a afeto negativo e motivação para evitar ir, enquanto a atividade do hemisfério esquerdo está associada a afeto positivo e motivação para ir.
O c√≥rtex orbitofrontal. Armazena e processa valores relacionados a recompensas de objetos e eventos ambientais para formular prefer√™ncias e tomar decis√Ķes entre op√ß√Ķes.
Córtex pré-frontal ventromedial. Avalia o valor emocional não aprendido das recompensas sensoriais básicas e dos estados internos do corpo e é responsável pelo controle emocional.
O córtex pré-frontal dorsolateral. Ele avalia o valor emocional aprendido com eventos ambientais e possíveis cursos de ação e é responsável por controlar impulsos e riscos na consecução de objetivos de longo prazo.
O c√≥rtex cingulado anterior Monitore conflitos motivacionais e resolva-os recrutando outras estruturas cerebrais corticais para exercer controle cognitivo sobre impulsos e emo√ß√Ķes b√°sicos.

Embora muitas estruturas individuais apare√ßam no c√©rebro cortical e subcortical, elas est√£o ligadas por uma rede de vias neurais que se comunicam. Como parte do nosso sistema nervoso, essas estruturas cerebrais usam neurotransmissores para se comunicar enquanto o sistema end√≥crino depende de horm√īnios. Cortisol, ocitocina e testosterona que fluem pela corrente sangu√≠nea para se comunicar entre os √≥rg√£os do corpo s√£o particularmente importantes para a motiva√ß√£o.

O cortisol, por exemplo, pode produzir uma resposta de estresse energizada a uma ameaça de abstinência, enquanto a ocitocina nos motivará a procurar outras pessoas quando enfrentamos eventos estressantes em nossas vidas.

Digamos que estamos expostos a uma ameaça de avaliação social, como um conflito de relacionamento. Nossa reação inicial de raiva e evasão pode ser alimentada pelo cortisol, mas mais tarde, a resposta ao estresse baseada na afiliação de cuidar e fazer amigos produzirá ocitocina e nos fará querer confiar em amigos. Finalmente, a testosterona produz comportamentos competitivos em busca de status (Reeve, 2018).

Pesquisa motivacional

O estado atual da pesquisa motivacional nos permite fazer algumas afirma√ß√Ķes concretas sobre a natureza da motiva√ß√£o humana. Reeve os levou a sete temas principais que nos permitem generalizar sobre o fen√īmeno motivacional:

  • Motiva√ß√£o e emo√ß√£o beneficiam adapta√ß√£o e funcionamento.
  • Motiva√ß√£o e emo√ß√£o aten√ß√£o direta
  • Motiva√ß√£o e emo√ß√£o s√£o vari√°veis ‚Äč‚Äčintervenientes. Eles n√£o s√£o observ√°veis, no entanto, explicam o comportamento humano e ocorrem entre o est√≠mulo e a resposta.
  • Os motivos variam ao longo do tempo e influenciam o fluxo cont√≠nuo de comportamento.
  • Existem tipos de motiva√ß√Ķes
  • Nem sempre estamos cientes da base motivadora do nosso comportamento.
  • Estudo motivacional revela o que as pessoas querem
  • Para florescer, a motiva√ß√£o precisa de condi√ß√Ķes favor√°veis.
  • Quando se trata de motivar os outros, o que √© f√°cil de fazer raramente √© o que funciona.
  • N√£o h√° nada t√£o pr√°tico quanto uma boa teoria (Reeve, 2018).

Motivação e emoção Benefício Adaptação e funcionamento

A motivação é um recurso interno vital que nos permite adaptar em resposta a mudanças no ambiente, funcionar produtivamente e manter o bem-estar. Quando somos tratados injustamente, podemos ficar com raiva, e essa raiva pode nos motivar a combater a exploração. Da mesma forma, quando um estranho se esforça para nos ajudar quando precisamos, sentimos gratidão e esse brilho quente pode nos motivar a desenvolver uma nova amizade.

√Ä medida que as demandas de nosso tempo aumentam e diminuem, as oportunidades v√£o e v√™m e os relacionamentos anteriores de suporte azedam, precisamos dos meios para tomar a√ß√Ķes corretivas. As motiva√ß√Ķes servem como meio para essa a√ß√£o corretiva.

Por outro lado, quando os alunos estão entusiasmados com a escola, quando os funcionários confiam em suas habilidades e quando os atletas estabelecem metas altas, esses benefícios do aumento da motivação são vistos e têm um efeito indireto sobre aqueles que os rodeiam, seus professores e supervisores. e treinadores.

Veja nossa discuss√£o sobre A import√Ęncia vital e os benef√≠cios da motiva√ß√£o.

Motivação e Emoção Atenção Direta

As raz√Ķes capturam nossa aten√ß√£o. Quando eles entram em nossa consci√™ncia, eles nos fazem interromper o que estamos fazendo e nos impedem de fazer outras coisas. Os estados motivacionais imp√Ķem um senso de prioridade consistente com o nosso motivo ao nosso pensamento, sentimento e comportamento, e nos preparam para uma a√ß√£o consistente com o motivo.

Alguns motivos têm maior capacidade de impor urgência para agir, pois tendem a gerar mais intensidade e são mais propensos a ocupar mais nossa atenção. Veja o exemplo abaixo e você verá que dores físicas como dor de cabeça se registrarão mais forte em nossa consciência do que no interesse e em sentir-se motivado pela conquista quando nos sentamos para estudar.

Aqui est√° um exemplo de como os motivos influenciam o comportamento de um aluno sentado em uma mesa:

Evento ou gatilhoMotivo despertado Curso de ação motivado Motivos Urgência Atenção-Obtenção de status
Livro Interesse Leia o capítulo * *
Reajuste salarial Sede Beber bebida * *
Vozes familiares Filiação Falar com amigos ***
Dor de cabeça Evite a dor Tomar aspirina ****
Falta de dormir Descanso Deite-se soneca * *
Próxima competição Realização Habilidade prática ** **

Nota: O n√ļmero de asteriscos na coluna quatro comunica a intensidade do motivo desencadeado por um evento ou gatilho. Um asterisco indica o n√≠vel mais baixo de intensidade, enquanto cinco asteriscos indicam o n√≠vel mais alto.

Os motivos variam ao longo do tempo e contribuem para o fluxo contínuo de comportamento

Nossos motivos sempre mudam, aumentando ou diminuindo com nossas necessidades, cogni√ß√Ķes e emo√ß√Ķes, e geralmente competem entre si. O motivo mais forte geralmente dominar√° nossa aten√ß√£o a qualquer momento at√© que ocorra uma mudan√ßa nas circunst√Ęncias, e um motivo anteriormente subordinado venha √† tona.

Também somos motivacionalmente complexos (Vallerand, 1997), e a motivação intrínseca não é a mesma que a motivação extrínseca de Ryan e Deci (2017), e a motivação para enfrentar deve ser diferenciada da motivação a ser evitada por Elliot (1997).

Nem sempre estamos cientes da base motivacional do nosso comportamento

Os motivos tamb√©m variam na facilidade com que s√£o acess√≠veis √† consci√™ncia e, portanto, ao relato verbal. Alguns motivos, como objetivos, se originam das estruturas da linguagem e do c√©rebro cortical, e geralmente podemos articul√°-los quando solicitados, e podemos listar raz√Ķes l√≥gicas pelas quais escolhemos um objetivo espec√≠fico.

Outras raz√Ķes est√£o muito menos dispon√≠veis para a consci√™ncia, porque se originam de estruturas n√£o cerebrais no c√©rebro subcortical. Em geral, voc√™ n√£o ouvir√° as pessoas falarem sobre suas raz√Ķes para buscar poder e status social como origin√°rias da inf√Ęncia ou como resultado de pais que estabelecem altos padr√Ķes de desenvolvimento para elas. Esses motivos s√£o inconscientes e menos dispon√≠veis.

Veja nossa discussão sobre motivos implícitos no blog O que é motivação.

Quando se trata de motivar os outros, o que é fácil de fazer raramente é o que funciona.

Não há respostas fáceis quando se trata de colocar a motivação em prática, embora à primeira vista possa parecer assim. Se dedicarmos tempo suficiente a esse tópico, começaremos a perceber que muitas das tentativas que fazemos para motivar a nós mesmos e a outras pessoas em nossas vidas geralmente são ineficazes e, em alguns casos, podem ter resultados negativos.

Sempre existe uma solução conhecida para todo problema humano, plausível e errado.

H. L. Mencken

Como qualquer coisa que valha a pena, aprender a aumentar a motiva√ß√£o exige um investimento de tempo e energia, e √© preciso resistir √† tenta√ß√£o de solu√ß√Ķes simples. O design e a aplica√ß√£o eficazes de estrat√©gias motivacionais requerem uma abordagem sistem√°tica, como pode ser visto nas interven√ß√Ķes de ponta inclu√≠das em nossa postagem no blog Motiva√ß√£o na Educa√ß√£o ou as estrat√©gias exemplificadas nas entrevistas motivacionais.

Resolvendo problemas motivacionais e emocionais

Capacitar a si mesmo e aos outros envolve identificar, nutrir e usar pontos fortes. A psicologia da motivação pode nos ensinar muito sobre a promoção de recursos motivacionais construtivos em si e nos outros. Alguns desses recursos incluem:

  • Cren√ßas de auto-efic√°cia resilientes
  • Autonomia precisa de satisfa√ß√£o
  • Experi√™ncia de fluxo
  • Um indiv√≠duo totalmente funcional
  • Dom√≠nio da orienta√ß√£o motivacional
  • Objetivos dif√≠ceis, espec√≠ficos e autoconsistentes.
  • Objetivos do dom√≠nio
  • Desenvolvimento do ego
  • Alegria
  • Gratid√£o

Capacitar a nós mesmos e aos outros também envolve identificar e reparar fraquezas e vulnerabilidades. Existem várias patologias motivacionais que queremos aprender a superar:

  • Libera√ß√£o da restri√ß√£o que leva √† compuls√£o alimentar
  • Custos de recompensa ocultos
  • Desamparo aprendido
  • Mentalidade fixa
  • Autocontrole exausto
  • Estilo explicativo pessimista
  • Supress√£o do pensamento
  • Mecanismos de defesa imaturos
  • Orgulho cubico
  • Inveja maliciosa

Muitos deles são explicados com mais detalhes e aplicados a estratégias motivacionais nos demais artigos que aparecem nesta série de postagens motivacionais.

Finalmente, alguns dos sujeitos sujeitos à pesquisa de motivação também podem nos levar a uma armadilha de muitos quebra-cabeças fascinantes e motivadores, como a teoria da vergonha de motivação dupla, por exemplo.

A experiência emocional da vergonha é uma forma de emoção autoconsciente gerada não em resposta a eventos externos da vida, mas em resposta a como a situação afeta a auto-avaliação.

O sentimento de vergonha gera duas raz√Ķes diferentes: uma para proteger o eu ferido e a outra para restaurar sua sa√ļde. Um √© motivado pela evita√ß√£o, enquanto o outro √© orientado ao foco, e ambos levam a conseq√ľ√™ncias comportamentais muito diferentes nas quais nos afastamos do ambiente ou tomamos medidas, √†s vezes dr√°sticas, para restaurar o senso de auto-estima (Reeve, 2018)

Uma coisa a considerar nessa situação é o papel do inconsciente adaptativo, que representa nossos comportamentos automáticos. Pode ter uma forte influência na motivação e na regulação do comportamento, onde, em uma extremidade do espectro, automatiza o processo de tomada de decisão, mas, na outra extremidade, pode nos tornar propensos a repetir comportamentos menos desejáveis, particularmente sob estresse ou pressão quando nosso cérebro executivo é frequentemente comprometido.

Uma maneira de lidar com o sentimento de vergonha que pode ser √ļtil seria rebaixar essa forte emo√ß√£o para um sentimento menos intenso de culpa. A culpa tem a ver com o ato em si, que, ao contr√°rio da vergonha, n√£o precisa refletir sobre quem somos.

A vergonha √© freq√ľentemente experimentada em termos do que o ato diz sobre a pessoa que somos. Se cometermos um erro, temos a op√ß√£o de v√™-lo como se tiv√©ssemos feito a melhor escolha poss√≠vel com base nas informa√ß√Ķes dispon√≠veis para n√≥s no momento, ou podemos dar origem a autocr√≠tica e encar√°-lo como um reflexo de nossas defici√™ncias e inadequa√ß√Ķes do eu ( Kashdan e Diener, 2014).

Avalia√ß√Ķes de motiva√ß√£o, escalas e question√°rios

Pesquisadores motivacionais medem a motiva√ß√£o em termos de respostas observ√°veis. Podem ser respostas cognitivas, como a velocidade da mem√≥ria ou a qualidade da percep√ß√£o. Tamb√©m podemos medir respostas afetivas analisando auto-relatos de experi√™ncia subjetiva e dimens√Ķes comportamentais, como desempenho de tarefas. A ativa√ß√£o cerebral pode ser usada para avaliar respostas fisiol√≥gicas.

A motivação também é frequentemente medida em termos relativos. O estado atual da motivação pode ser comparado a níveis anteriores ou subsequentes de motivação, ou à motivação em um estado de meta diferente, como metas pendentes ou não pendentes.

Por exemplo, se nos for oferecido um cartão de membro, podemos estar mais motivados a exercer agora do que antes e estar mais motivados do que alguém que não o recebeu.

Aqui est√° uma lista de algumas das avalia√ß√Ķes motivacionais mais usadas que combinam medidas cognitivas, afetivas e comportamentais de motiva√ß√£o:

  • Escala de Avalia√ß√£o da Motiva√ß√£o (MAS) projetada para ajudar a identificar a motiva√ß√£o por tr√°s do comportamento objetivo do problema (Durand e Crimmins, 1988; 1992)
  • A Escala de Motiva√ß√£o Situacional (SIMS) utilizada para a avalia√ß√£o da motiva√ß√£o situacional intr√≠nseca e extr√≠nseca. O SIMS √© projetado para avaliar os construtos de motiva√ß√£o intr√≠nseca, regula√ß√£o identificada e regula√ß√£o externa (Guay, Vallerand e Blanchard, 2000)
  • A Escala de Motiva√ß√£o Esportiva (SMS) √© uma nova medida de motiva√ß√£o intr√≠nseca, motiva√ß√£o extr√≠nseca e motiva√ß√£o no esporte (Pelletier, Tuson e Fortier, 1995)
  • Escala geral de procrastina√ß√£o (Lay, 1986)
  • Achievement Motives Scale √© um pequeno question√°rio revisado por Lang e Fries (2006)

Muitas escalas medem a satisfação de necessidades psicológicas:

  • Necessidade psicol√≥gica b√°sica de satisfa√ß√£o e frustra√ß√£o A escala que aborda tanto a necessidade quanto a satisfa√ß√£o e frustra√ß√£o. Existem v√°rias subescalas inclu√≠das no pacote completo:
    • Geral, incluindo vers√Ķes para adultos e crian√ßas e adultos com defici√™ncia intelectual). Possui 24 itens que avaliam as necessidades de compet√™ncia e autonomia.
    • Educa√ß√£o F√≠sica
    • Exerc√≠cio f√≠sico
    • Esporte
    • Educa√ß√£o (alunos e professores)
    • Relacionamentos rom√Ęnticos
    • Treinamento
    • Dom√≠nio do trabalho ainda em est√°gio experimental e N√ÉO inclu√≠do no pacote completo ainda, mas dispon√≠vel para download, foi demonstrado que essa avalia√ß√£o de necessidades est√° teoricamente relacionada ao ajuste do trabalho (consulte Schultz, Ryan, Niemiec, Legate e Williams, 2015)
  • Escala de auto-estima (Rosenberg)
  • A escala Need for Cognition cont√©m declara√ß√Ķes sobre o prazer das pessoas em pensar e resolver problemas complexos (Cacioppo e Petty, 1982; Cacioppo et al., 1996)
  • Question√°rio de significado na vida (Steger et al., 2006)

Por fim, existem tamb√©m v√°rias avalia√ß√Ķes motivacionais e question√°rios que medem os principais componentes dos fen√īmenos motivacionais, da auto-efic√°cia e auto-regula√ß√£o aos estados de fluxo. Muitos deles foram abordados em nossos artigos sobre t√≥picos espec√≠ficos, e voc√™ pode encontrar uma lista completa deles atrav√©s dos seguintes links:

Finalmente, para determinar efetivamente como medir a motiva√ß√£o, precisamos entender que tipo de motiva√ß√£o estamos tentando capturar para levar em conta as diferentes dimens√Ķes da motiva√ß√£o.

Também podemos querer distinguir entre motivação focada em objetivos e focada em resultados (Brehm & Self, 1989; Locke & Latham, 1990; Powers, 1973) e motivação focada em processos que aborda elementos relacionados a processos. da meta-pesquisa que pode incluir os meios utilizados durante a busca de objetivos (motivação focada na mídia; Higgins, Idson, Freitas, Spiegel e Molden, 2003; Tour-Tillery e Fishbach, 2012) ou o prazer da experiência de busca de objetivos (motivação intrínseca; Deci & Ryan, 1985).

Os melhores podcasts motivacionais

1. A Escola da Grandeza com Lewis Howes

Histórias inspiradoras da mente dos negócios para atletas e celebridades que tiveram que superar desafios pessoais para alcançar algo maior que eles mesmos.

2. Experiência de áudio de Gary Vee

Organizada por Gary Vaynerchuk, essa combinação de entrevistas e palestras sobre idéias de negócios e marketing fará com que você reconsidere tudo o que achou que sabia sobre os caminhos para o sucesso.

3. O show de Tim Ferriss

Por trás das cenas, olhe para artistas de classe mundial de todos os tipos e o que eles precisam para se destacarem e se aperfeiçoarem, apresentados por um autor de muitos livros sobre o assunto.

4. cérebro oculto

Conhecimento de pesquisas em psicologia e neurobiologia com descobertas da economia, antropologia e sociologia sobre como entender nosso comportamento, por que fazemos o que, como dominar nossa vontade e alinhar nossos desejos para alterar os resultados em nossas vidas. Organizado pelo correspondente de ciências sociais da NPR Shankar Vedantam.

5. Arte do charme

O podcast motivacional com os anfitri√Ķes AJ Harbinger e Johnny Dzubak focou em nos ajudar a melhorar com as pessoas e ser mais eficaz nos relacionamentos.

6. O Show de Dave Ramsey

Focado mais na motivação para melhorar seu bem-estar financeiro, Dave Ramsey é conhecido por motivar as pessoas a mudarem e oferece conselhos sólidos sobre como definir metas realistas com maneiras tangíveis de alcançá-las.

7. Conversas de Oprahs Super Soul

Oprah entrevista l√≠deres de opini√£o, autores de best-sellers, luminares espirituais e especialistas em sa√ļde e bem-estar que podem fazer tudo parecer mais poss√≠vel e encontrar o positivo em qualquer situa√ß√£o.

8. O podcast minimalista

Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus falam sobre o poder motivador de deixar ir e eliminar, enquanto se concentram menos nas coisas e mais na percepção das coisas.

9. Esta é a sua vida

O podcast Michael Hyatts é para aqueles que procuram ser motivados a liderar suas equipes de maneira mais eficaz, com mais clareza e coragem.

10. TED fala diariamente

Idéias que convidam a reflexão sobre cada tópico pelos principais pensadores e realizadores do mundo a partir das palestras realizadas nas conferências TED e TEDx em todo o mundo. Essa é uma ótima dose diária de motivação!

11. podcast de Tony Robbins

Autores intelectuais do setor conversam com Tony Robbins sobre as principais estrat√©gias para alcan√ßar a mudan√ßa que todos estavam procurando e como melhorar nossas vidas pessoais, neg√≥cios, relacionamentos e tamb√©m nossa sa√ļde e finan√ßas.

12. 20 minutos com Bronwyn

Uma abordagem diferente para ajudar a motivar-se, expandir seus negócios, sua mentalidade e o impacto do treinador de comunicação, escritor e palestrante Bronwyn Saglimbeni.

Uma mensagem para levar para casa

Alguns acreditam que a ciência são mitos sobre o mundo que ainda não foram provados errados. Outros argumentam que grande parte da psicologia é simplesmente reificação e postula que, apenas por ter um nome, não significa que exista. No entanto, entender o que motiva o comportamento humano é um esforço que vale a pena, sem mencionar um fascinante para aqueles que são tão inclinados.

A ciência pode ser descrita como a arte da simplificação excessiva sistemática.

Karl Popper

Para o autor desses artigos, essa foi uma grande jornada e uma experiência da vida real do processo de tentar reunir motivação suficiente para abordar esse tópico, sem mencionar a prova real da capacidade de praticar o que se prega.

Compartilhe conosco quais fen√īmenos motivacionais voc√™ considera mais interessantes.

  • Beck, R. C. (2004). Motiva√ß√£o: teorias e princ√≠pios (5¬™ ed.). Penhascos de Englewood, NJ: Prentice-Hall.
  • Carver, C. S. e Scheier, M. F. (2000). A redu√ß√£o de objetivos e a recalibra√ß√£o do sistema afetivo s√£o processos de auto-regula√ß√£o adaptativa normal: compreens√£o dos fen√īmenos de mudan√ßa de resposta. Ci√™ncias sociais e medicina, 50(12), 1715-1722.
  • Deckers, L. (2014). Motiva√ß√£o: biol√≥gica, psicol√≥gica e ambiental (4¬™ ed.). Boston, MA: Allyn e Bacon.
  • DeCatanzaro, D. A. (1999). Motiva√ß√£o e emo√ß√£o: perspectivas evolucion√°rias, fisiol√≥gicas, de desenvolvimento e sociais. Prentice-Hall, Upper Saddle River, Nova Jersey.
  • Edwards, D. C. (1999). Motiva√ß√£o e emo√ß√£o: influ√™ncias evolutivas, fisiol√≥gicas, cognitivas e sociais. Salvia, Thousand Oaks, Calif√≥rnia.
  • Elliot, A.J. e Church, M. A. (1997). Um modelo hier√°rquico de motiva√ß√£o para realiza√ß√£o de evas√£o. Revista de personalidade e psicologia social, 72 (1)218
  • Ferguson, E. D. (2000). Motiva√ß√£o: uma integra√ß√£o biossocial e cognitiva de motiva√ß√£o e emo√ß√£o. Oxford University Press, Nova Iorque.
  • Franken, R.E. (2006). Motiva√ß√£o humana (6¬™ ed.). Aprendizagem de Wadsworth Thomson, Belmont, CA.
  • Gollwitzer, P.M. e Bargh, J. A. (1996). A psicologia da a√ß√£o: ligando cogni√ß√£o e motiva√ß√£o ao comportamento. Guilford Press, Nova Iorque /
  • Heckhausen, J. e Dweck, C. S. (1998). Motiva√ß√£o e auto-regula√ß√£o ao longo da vida. Cambridge University Press, Nova Iorque.
  • Kashdan, T. e Biswas-Diener, R. (2014). O lado positivo do lado sombrio dele: por que ser todo voc√™ mesmo, n√£o apenas o seu "bom" eu, conduz ao sucesso e √† satisfa√ß√£o. Pinguim.
  • N√ļ√Īez, R. e Freeman, W.J. (1999). Reivindicando a cogni√ß√£o: o primado da a√ß√£o, inten√ß√£o e emo√ß√£o. Impress√£o acad√™mica, Thorverton, Reino Unido.
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  • Reeve, J. (2015). Entenda motiva√ß√£o e emo√ß√£o (6¬™ ed.). Hoboken, NJ: Wiley.
  • Ryan, R.M. e Deci, E.L. (2017). Teoria da autodetermina√ß√£o: necessidades psicol√≥gicas b√°sicas de motiva√ß√£o, desenvolvimento e bem-estar. Publica√ß√Ķes de Guilford.
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  • Schwartz, B. (2004, janeiro). O paradoxo da escolha: por que mais √© menos. Nova York, Nova York: Ecco.
  • Sheldon, K.M. (Ed.) (2010). Dire√ß√Ķes atuais em motiva√ß√£o e emo√ß√£o. Boston, MA: Allyn e Bacon.
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  • Wagner, H. (1999). A psicobiologia da motiva√ß√£o humana. Nova York, NY: Routledge.