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As melhores maneiras para pessoas com transtorno de estresse pós-traumático reduzirem o estigma

As melhores maneiras para pessoas com transtorno de estresse pós-traumático reduzirem o estigma

Muitas pessoas experimentam o estigma do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). A condição pode ser debilitante, já que os sintomas podem levar a um tremendo sofrimento emocional, e as pessoas com TEPT costumam ter problemas com relacionamentos, trabalho ou escola.

Pessoas com transtorno de estresse p√≥s-traum√°tico tamb√©m podem ter mais chances de desenvolver outros dist√ļrbios, como dist√ļrbios de ansiedade, depress√£o ou problemas de abuso de subst√Ęncias. Felizmente, existem tratamentos eficazes para o TEPT e outros dist√ļrbios. No entanto, esses tratamentos s√£o √ļteis apenas se forem procurados pela pessoa com o dist√ļrbio.

Esta √© a exce√ß√£o √† regra, pois foi constatado que, entre um grande grupo de pessoas com v√°rios diagn√≥sticos (por exemplo, depress√£o maior, transtornos de ansiedade, transtornos por uso de subst√Ęncias), menos de 30% realmente pesquisou tratamento. Pessoas com transtorno de estresse p√≥s-traum√°tico podem ser particularmente relutantes em procurar ajuda.

Barreiras ao tratamento

Em um estudo com 1.387 pessoas com um dist√ļrbio psiqui√°trico, as barreiras ao atendimento foram afetadas por v√°rios fatores, incluindo a severidade dos sintomas experimentados, a luta com as rotinas di√°rias e o problema com o √°lcool.

Além disso, os seguintes motivos para não receber ajuda foram os mais comumente identificados entre as pessoas deste estudo:

  • 28% n√£o acreditavam que algu√©m pudesse ajud√°-los.
  • 28% achavam que seu problema era um com o qual deveriam lidar.
  • 17% n√£o consideraram necess√°rio entrar em contato com um m√©dico.
  • 15% pensaram que o problema melhoraria por si pr√≥prio.
  • 13% ficaram com vergonha de discutir o problema com algu√©m
  • 10% temiam as consequ√™ncias de procurar ajuda (por exemplo, que seriam hospitalizadas)

Esses achados sugerem que, para algumas pessoas, pelo menos, o estigma associado à doença mental pode ser uma barreira para a procura de tratamento.

Estigma

Estigma refere-se √† associa√ß√£o de qualidades negativas a uma doen√ßa mental. Por exemplo, uma pessoa com uma doen√ßa mental pode se enganar (ou at√© se ver) como fraca ou “danificada”, levando a sentimentos de vergonha ou vergonha.

O estigma pode ser particularmente pronunciado entre os membros do serviço militar com um problema psicológico. Por exemplo, um estudo descobriu que, entre os membros dos serviços dos Estados Unidos que retornavam da Bósnia, 61% concordavam com a ideia de que revelar um problema psicológico prejudicaria suas carreiras. Além disso, 43% acreditavam firmemente que admitir um problema psicológico faria com que outras pessoas não quisessem estar com eles.

Eles também eram muito menos propensos a seguir um encaminhamento para obter ajuda com problemas psicológicos, em comparação com o acompanhamento de um encaminhamento para problemas médicos.

Outro estudo realizado por membros dos servi√ßos americanos implantados no Iraque e no Afeganist√£o constatou que as cren√ßas associadas a “ser fraco” ou o medo de ser tratado ou visto de forma diferente pelas pessoas em sua unidade constitu√≠am uma barreira para a busca de tratamento.

O que você precisa lembrar

√Č importante lembrar que ter um dist√ļrbio psiqui√°trico ou hist√≥rico de doen√ßa mental n√£o √© sinal de fraqueza ou motivo para sentir vergonha. Os problemas psicol√≥gicos s√£o bastante comuns em nossa sociedade, e muitos dos fatores que levam ao desenvolvimento de um dist√ļrbio est√£o completamente fora do controle de uma pessoa.

N√£o h√° evid√™ncias de que os dist√ļrbios se desenvolvam como resultado de algu√©m n√£o ser forte o suficiente. Felizmente, existem muitos tratamentos eficazes dispon√≠veis para uma variedade de dificuldades.