7 maneiras primeira e segunda gravidez s√£o diferentes

7 maneiras primeira e segunda gravidez s√£o diferentes

7 maneiras primeira e segunda gravidez s√£o diferentes

chatsimo / Getty

Uma segunda gravidez é uma experiência completamente diferente do que estar grávida de uma primeira. Quando você está grávida pela primeira vez, é uma princesa; uma criatura incrível e delicada que cresce uma nova vida de uma maneira magistral e misteriosa. As pessoas estão admiradas com a sua majestade. Você foi instruído a descansar o máximo possível. Você é incentivado a cuidar de si. Você disse que brilha!

Mas, para a segunda rodada, voc√™ pode esquecer o tratamento especial. Voc√™ n√£o pode descansar ou ficar de p√© e n√£o tem tempo de inatividade ou tempo sozinho, muito menos tempo para se mimar. Voc√™ n√£o √© um navio m√°gico criando um milagre, mas uma m√£e experiente. Voc√™ brilha? Talvez, mas voc√™ faz isso coberto de xixi, coc√ī, sangue e ranho. No beb√™ dois, voc√™ n√£o √© mais um novato inocente – foi para a batalha uma vez e √© um soldado experiente. E voc√™ est√° prestes a fazer tudo de novo.

Durante minha segunda gravidez, percebi por que uma segunda crian√ßa (e todas as crian√ßas subseq√ľentes) tem menos fotos e elogios e menos aten√ß√£o. Mesmo que eu tenha levado um ano para conceber a segunda vez, quando finalmente engravidei, estava t√£o consumida pela crian√ßa que j√° tinha que n√£o conseguia me concentrar na minha segunda gravidez. Cada marco, sentimento ou imagem que celebrei na primeira vez foi ignorado na segunda vez. Claro, eu amo meu segundo filho tanto quanto o mais velho, mas praticamente tudo sobre a minha segunda gravidez foi, de certa forma, menor que o meu primeiro.

aqui est√£o alguns exemplos:

Imagens de ultra-som…

Para o bebê um, fiquei maravilhado com cada foto Рolhando suas pequenas costelas, coluna, nariz Рimaginando como ele seria, se ele teria os olhos do pai ou a minha boca. Escaneamos as imagens e as carregamos no Facebook, fazendo legendas, compartilhando-as com orgulho. Até fiz molduras para meus pais e sogros, para que eles pudessem exibir o bebê antes de terem fotos reais. Guardei cada foto original (e até algumas duplicatas) em uma pasta dedicada ao bebê, em ordem cronológica, é claro.

Para o bebê dois, esqueci de mostrar as fotos ao meu marido na metade do tempo. Em vez disso, eu os encontrei dias depois da minha consulta, amassado no fundo da minha bolsa, sob lanches e lenços. Quando pensei nisso, coloquei alguns na geladeira, mas dessa vez não faço cópias para meus pais ou sogros. Por que eles querem uma foto de uma coisa alienígena / peixe / bebê, quando podem exibir uma foto de seu lindo neto de 3 anos? E o Facebook? Esqueça. Eu certamente não estava me dando ao trabalho de digitalizar, e muito menos exibir uma imagem granulada em preto e branco que não era nem fofa.

E-mails de atualização semanal…

No primeiro beb√™, meu marido e eu contamos os dias at√© recebermos nossos e-mails semanais de atualiza√ß√£o. Eu atualizava meu status do Gchat toda semana para refletir o tamanho da fruta √† qual o beb√™ se relacionava (o que eu achava t√£o fofo e nem um pouco irritante). Vimos estandes de produtos para entender melhor o tamanho de nossa pequena criatura em crescimento – um kumquat – qu√£o grande √© um kumquat, imagin√°vamos? Li, com interesse e prazer, o que as outras mulheres estavam pensando e as sugest√Ķes que os e-mails ofereciam.

Para o beb√™ dois, me inscrevi nos e-mails semanais apenas para me manter a par de quanto tempo eu estava. Eu sabia que minha semana mudou √†s quintas-feiras, mas foi isso – sem os e-mails, eu n√£o teria no√ß√£o. Na segunda vez, n√£o me importei com a compara√ß√£o de frutas e vegetais, mas pude ignorar isso. O que me incomodou foram os trechos de conversas inclu√≠das nos emails. Eu n√£o me importava com o que as outras mulheres estavam passando, imaginando ou sentindo. E fiquei irritado com as “dicas √ļteis” que os e-mails queriam me ensinar. Pior ainda era a preocupa√ß√£o. Depois que recebi o terceiro e-mail focado no ganho de peso, decidi parar de l√™-los completamente e os exclu√≠ assim que recebi minha atualiza√ß√£o semanal.

Fotos de barriga …

Para o beb√™ um, eu diligentemente tirei fotos a cada duas semanas, marcando o meu crescimento na gravidez. Fiz quest√£o de ficar no mesmo lugar e usar a mesma roupa todas as vezes para que pud√©ssemos ver como minha barriga estava mudando. At√© fiz meu marido tirar v√°rias fotos para poder escolher a melhor. Eu tamb√©m escrevi os sinais com muita frequ√™ncia e os reescrevi quando estava descontente com o tamanho do “1” em rela√ß√£o ao “8” ou a outras bobagens desse tipo.

Para o bebê dois, esqueci completamente que realmente havia tirado fotos da minha barriga de propósito na primeira vez. Lembrei-me de algo em torno de 24 semanas, quando eu já estava enorme e inchada e não tinha vontade de me exibir, muito menos me preocupar com um maldito sinal que ajudaria a documentar minha bunda gigante para a prosperidade. Então, eu não tirei fotos de atualização semanais fofas enquanto estava grávida na segunda vez. Se o bebê dois quiser ver como eu era enquanto estava grávida dele, ele pode ver fotos minhas com o irmão.

Preocupa√ß√Ķes …

Para o beb√™ um, eu me preocupei com literalmente tudo que eu conseguia pensar. Eu me preocupei com condi√ß√Ķes mentais e de desenvolvimento. Preocupei-me que ele fosse malvado, que ele n√£o gostasse de mim ou que eu n√£o gostasse dele. Preocupei-me em n√£o poder amamentar. Eu estava preocupado que ele fosse sequestrado. Preocupava-me em ser seq√ľestrado e ele seria cortado de mim, criado por uma pessoa perturbada ou vendido no mercado negro de beb√™s. Preocupava-me que estivesse danificando sua psique assistindo a programas comoMentes CriminosasouLei e ordem: SVU– os crimes violentos que eu assistia na TV seriam internalizados e impressos em seu c√©rebro min√ļsculo? Foram esses programas os motivos pelos quais eu estava convencido de que seria sequestrado por aquela van assustadora na esquina? E porque foi aquela van assustadora na esquina? Certa vez, comecei a chorar em um restaurante porque estava preocupada com a lo√ß√£o que havia usado mais cedo naquela manh√£. Lo√ß√£o. N√£o √© uma lo√ß√£o especial para uma condi√ß√£o da pele, mas uma lo√ß√£o comum. Se havia algo acontecendo, eu me preocupava com isso. E ent√£o, √© claro, eu me preocupei porque estava me preocupando demais e causaria a ele um transtorno de ansiedade com base em todo o estresse in utero.

Para o beb√™ dois, eu s√≥ me preocupei com o sono. Quero dizer, isso n√£o √© completamente verdade, porque n√£o h√° como n√£o se preocupar com doen√ßas ou dist√ļrbios ou The Big Stuff, mas na maioria das vezes, eu me preocupei principalmente com como um segundo beb√™ se encaixaria em nossa fam√≠lia e como (e se) sempre durma novamente.

Comendo…

Para o bebê um, eu não comi nada que foi verboten durante a gravidez. Com isso, quero dizer que não tomei um gole de álcool, mesmo quando me juntei ao meu marido em uma viagem de negócios, nos transformamos em lua de mel em Paris. Paris! E nem um gole de vinho. Sem queijo na França e nos Estados Unidos, sem queijo, sem sushi, sem frios e eu literalmente escrevi no meu calendário quando tinha atum, para não ultrapassar minhas duas latas em 10 dias.

Pelo beb√™ dois, eu ri diante das regras rid√≠culas de comer durante a gravidez. N√£o, eu n√£o fiz nada para colocar meu beb√™ em risco, mas eu comi sushi (de lugares respeit√°veis). Comi queijo mole se fosse pasteurizado. Comi atum com modera√ß√£o, mas nem sempre soube exatamente quando. Basicamente, eu n√£o me enlouqueci pelas chances min√ļsculas de que eu poderia contrair uma doen√ßa de origem alimentar.

Preparação para o berçário…

Para o beb√™ um, eu fiz mais do que planejar o quarto dele – exagerei na arte, dedicando centenas de horas √† decora√ß√£o do quarto. Fiz para ele um registro de nascimento em ponto de cruz, duas pe√ßas de parede em ponto de cruz correspondentes e uma colcha de ponto de cruz correspondente (voc√™ est√° pensando em fazer isso? N√£o! A menos que sejam bananas, caso em que voc√™ ainda n√£o deveria S√©rio, √© uma quantidade rid√≠cula de trabalho e, sob nenhuma circunst√Ęncia, algu√©m deve tentar isso). Contra a tradi√ß√£o judaica, eu tinha seu quarto completamente arrumado antes mesmo de ele nascer e meses antes de ele sair do nosso quarto e entrar no dele. Tudo combinava com seu tema (filhotes) ou com suas cores (amarelo e azul ou arco-√≠ris). Era, se assim posso dizer, um ber√ß√°rio ador√°vel.

Para o beb√™ dois, meu filho mais velho me perguntou qual seria o quarto do beb√™ e eu realmente ri. O beb√™ n√£o tem um quarto e n√£o ter√° um at√© que nos mudemos para um lugar maior. E quando ele finalmente tem um quarto? Ele vai receber as informa√ß√Ķes do ber√ß√°rio do meu primeiro filho (se eu terminar de terminar seu registro de nascimento pela metade) para que meu filho mais velho possa ter um quarto de ‚Äúmenino grande‚ÄĚ ou os meninos compartilhar√£o um sala.

Preparação para o parto

Para o primeiro beb√™, pensei ativamente em dar √† luz. Eu me perguntava como seria e pensaria sobre o processo, como quanto tempo eu ficaria em trabalho de parto e quando eu pediria a epidural (porque eu sabia que seria quando e n√£o se). Fiz uma lista de reprodu√ß√£o “trabalhista” para o meu iPod e comprei uma docking station para mini alto-falante para poder ouvir m√ļsica durante a entrega. Comprei uma roupa fofa para tirar fotos com o beb√™. √Č claro que uma cesariana de emerg√™ncia colocou em d√ļvida tudo isso, mas eu estava meio que mentalmente preparado para uma ces√°rea (apenas uma √†s duas da manh√£), sabendo que elas s√£o cada vez mais comuns.

Para o beb√™ dois, eu n√£o pensei sobre o nascimento real. √Č verdade que ter uma cesariana programada levou o medo do trabalho de parto e a incerteza de quando eu entregaria de minhas m√£os, mas eu nem pensei sobre o b√°sico de como seria a entrega. Eu estava preocupado apenas com a log√≠stica do meu filho mais velho.

E é assim que estamos agora Рpreocupados com a logística do meu filho mais velho. As necessidades do bebê são sempre superadas pelas necessidades do meu filho mais velho. Quando meu filho precisa sair da escola ou ser pego na escola, os cochilos do bebê precisam ficar no banco de trás. À medida que o bebê cresce, tenho certeza de que seguiremos uma rotina que funcione para todos, mas agora ainda estamos descobrindo as coisas. E como meu filho mais velho está na escola, vou arrulhar o bebê e tirar algumas fotos dele enquanto posso.